Reportagens

Um ano, sete histórias: reviva o maior vexame do esporte brasileiro

Torcedor que deu camisa do Bahia a Neuer sonha em conhecer a Alemanha

Engenheiro do Mineirão vê 7 a 1 como propaganda e menor do que 1950

Notícias

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Sem tesão após 7 a 1, Kid Bengala prefere lembrar filmes na Alemanha

<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; letter-spacing: -0.287999987602234px; line-height: 20.8799991607666px;">A obscena goleada aplicada pela Alemanha na semifinal da Copa do Mundo 2014 mudou a forma com que o corintiano Kid Bengala encara o futebol. Um ano depois do 7 a 1, Clóvis Basílio dos Santos, mais conhecido pelo nome de artístico, prefere se lembrar dos filmes pornôs protagonizados no país europeu, inspiração para brincadeiras espalhadas por aplicativo de troca de mensagens via celular.</p>
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Fora da Copa, locutora do Mineirão se consola por não ser voz do 7 a 1

<p>Incrédula, Pollyanna Andrade acompanhou em silêncio a goleada da Alemanha sobre o Brasil por 7 a 1. Acostumada a anunciar os placares dos jogos do Mineirão pelo sistema de som, a locutora oficial do estádio se limitou ao papel de torcedora após ser vetada pela Fifa para trabalhar na Copa do Mundo. Ao alegar a necessidade de utilizar equipe própria no evento, a instituição salvou Pollyanna do envolvimento com o maior vexame da Seleção em Mundiais.</p>
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Sósia relembra acerto ao confundir jornalista na Copa e defende Felipão

<p>Do fundo de um elevador lotado do prédio da <strong>Fundação Cásper Líbero</strong>, um senhor paulista coçou os seus bigodes brancos e falou com um sotaque gaúcho ensaiado nos últimos 15 anos: “Bah, tche, dá licença”. Ele desceu sorrateiramente no sugestivo sétimo andar e deixou um burburinho atrás de si. “Era o Felipão?”, perguntou uma garota.</p>
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Ex-técnico do Corinthians vê carreira encurtada por Amarilla "filho da p..."

<p>“Qual foi o jogo que esse filho da p... apitou?”, perguntou Ademar Braga, assim que questionado pela <strong>Gazeta Esportiva </strong>sobre a atuação de Carlos Amarilla na Copa Libertadores de 2006. Sua suspeita foi confirmada. “Aquele na Argentina, né? Sabia. Ele anulou gol que não era para anular, expulsou o Mascherano sem necessidade...”</p>
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Uruguai desafiou racismo e bateu Chile na abertura da primeira Copa América

<p>Adversários nesta quarta-feira, Uruguai e Chile têm história de sobra na Copa América. Para começar, as duas seleções realizaram o primeiro confronto da história do torneio – que, até 1967, se chamava Campeonato Sul-Americano de Futebol. Na ocasião, os uruguaios levaram a melhor por 4 a 0, posteriormente conquistando a taça.</p>
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Bicampeão mundial pelo Brasil em 1958 e 1962, capitão Bellini ganha biografia

<p>A memória de um brasileiro bicampeão do mundo foi preservada na noite desta quinta-feira. Em evento realizado na Livraria Saraiva do Shopping Higienópolis, em São Paulo, foi lançado o livro “Bellini: o primeiro capitão campeão”, assinado pela viúva do zagueiro da Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1958 e 1962, Giselda Bellini.</p>
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Símbolo chileno, Condorito homenageia craques e faz graça com Vidal

<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; letter-spacing: -0.287999987602234px; line-height: 20.8799991607666px;">Fã de futebol, Condorito acompanha de perto a Copa América. O personagem de revistas em quadrinhos, símbolo chileno, vem homenageando os craques que disputam o torneio continental e, irreverente, não perdeu a chance de fazer graça com o compatriota Arturo Vidal pela recente batida com uma Ferrari.</p>
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Estádio da abertura teve título do Brasil e foi usado por Ditadura

<p>Anfitrião da Copa América, o Chile usará seu principal palco para abrir o torneio diante do Equador. O Estádio Nacional, sede do primeiro jogo no dia 11 de junho, viu o bicampeonato mundial da Seleção Brasileira e foi usado pela ditadura do general Augusto Pinochet.</p>
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Origem próxima iniciou rivalidade entre Boca Juniors e River Plate, ex-vizinhos

<p>Em um espaço de tempo de 11 dias, os grandes rivais Boca Juniors e River Plate se enfrentarão três vezes: uma pelo Campeonato Argentino, e as outras duas pelas oitavas de final da Copa Libertadores. O primeiro duelo acontece neste domingo, às 18h15 (de Brasília), válido pela 11ª rodada do reformulado torneio nacional. Palco do clássico centenário, o gramado da Bombonera guarda resquícios de 74 anos de intensa rivalidade desde a fundação do estádio em 1940, mas a sua localização no mapa explica ainda melhor a origem da animosidade entre as duas torcidas, conforme apurou a reportagem da <strong>Gazeta Esportiva</strong>.</p>
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Ignorados, únicos moradores da rua Palestra Itália reclamam de mudança

<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; letter-spacing: -0.287999987602234px; line-height: 20.8799991607666px;">A verdadeira rua Palestra Itália tem menos de 400 metros de extensão, calçamento precário e apenas uma casa. Localizada em Parelheiros, bairro da Zona Sul de São Paulo, a via mudará de nome por decisão da Câmara Municipal, que decidiu batizar de Palestra Itália o trecho da Turiassu diante da sede da centenária Sociedade Esportiva Palmeiras.</p>