Campeão do Pan e da Maratona de SP destaca glamour e alto nível da SS

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(Fotos: Djalma Vassão/Gazeta Press)
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Solonei  Rocha da Silva busca seu primeiro título da São Silvestre (Fotos: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Campeão da maratona dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011 e vencedor da Maratona de São Paulo de 2010 e 2012, o brasileiro Solonei Rocha da Silva tem um histórico de conquistas. Mas ainda falta uma vitória no currículo. A da Corrida Internacional de São Silvestre, em sua opinião uma prova diferente das demais pelo glamour e o alto nível técnico dos adversários.

Com largada na altura da rua Frei Caneca e chegada em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero, na Avenida Paulista, a Corrida Internacional de São Silvestre será realizada no dia 31 de dezembro, com o pelotão geral partindo às 9 horas (de Brasília), 20 minutos depois da elite feminina. Os etíopes Dawit Admasu e Ymer Ayalew, atuais campeões, estão confirmados.

“O glamour é diferente. Às vezes na TV parece que só existe futebol. A gente não quer que acabe, mas gostaria de ter o mesmo espaço na mídia. A São Silvestre proporciona isso. É transmitida ao vivo, os familiares podem ver e em uma época festiva. É uma prova que tem importância de visibilidade e para muita gente no Brasil vale até mais do que as Olimpíadas”, explicou Solonei. A TV Gazeta transmite o evento a partir das 8h25.

Em sua missão de conquistar pela primeira vez a tradicional prova de encerramento do ano, o paulista terá que superar os 15km de subidas e descidas pelas ruas de São Paulo, com destaque para a subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Como se não fosse suficiente, precisará fazer isso mais rápido do que alguns dos principais atletas do mundo de corridas de longa distância.

Entre os brasileiros, outro destaque é o mineiro Giovani dos Santos, melhor atleta nacional nas últimas três edições da São Silvestre. Outros favoritos vêm da África, continente que teve todos os campeões desde que Marílson Gomes dos Santos subiu ao lugar mais alto do pódio em 2010.

Estão confirmados na prova de 31 de dezembro o etíope Dawit Admasu, vencedor de 2014, o queniano Edwin Kipsang, campeão em 2012 e 2013, além do também queniano Stanley Biwott, vencedor da tradicional Maratona de Nova York em novembro.

“O percurso é muito difícil, principalmente a subida da Brigadeiro. É a hora que separa os leões dos gatinhos. Mas o nível também é alto. O campeão da Maratona de Nova York vai correr, eu já ganhei vários títulos, outros atletas venceram diversas provas. É bem elevado”, analisou.

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