Presidente da CAF rechaça acusações de corrupção feitas por Senegal

Imagem ilustrativa para a matéria
Foto: PATRICK MEINHARDT / AFP

O presidente da Confederação Africana de Futebol (CAF), Patrice Motsepe, rechaçou nesta quinta-feira, no Marrocos, as acusações de corrupção dentro da organização feitas pelo governo do Senegal após a retirada do título da Copa Africana de Nações (CAN) em favor da seleção marroquina.

"Se alguém quiser entrar com uma ação judicial alegando corrupção na CAF, eu não só acolho, como incentivo. Não há nada a esconder", declarou Motsepe durante entrevista coletiva na cidade de Salé, perto da marroquina Rabat, qualificando essas acusações como "falsas e infundadas".

Veja também:
Todas as notícias da Gazeta Esportiva
Canal da Gazeta Esportiva no YouTube
Siga a Gazeta Esportiva no Instagram
Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp 

No dia 18 de março, o governo senegalês solicitou uma investigação internacional devido a "suspeitas de corrupção" dentro da confederação africana, um dia depois da decisão de declarar a seleção do país como "perdedora por desistência na final" e conceder ao Marrocos a vitória por 3 a 0 e o título da CAN.

A decisão da CAF foi comemorada pelos marroquinos, mas gerou indignação no Senegal, cuja federação entrou com um recurso na Corte Arbitral do Esporte (CAS).

Na final disputada no dia 18 de janeiro, em Rabat, vários jogadores senegaleses, juntamente com o treinador Pape Thiaw e sua comissão técnica, abandonaram o campo após o árbitro marcar um pênalti a favor do Marrocos nos acréscimos, quando o placar estava empatado por 0 a 0.

Depois de uma paralisação de 15 minutos, a partida foi retomada e Brahim Díaz desperdiçou o pênalti, o que levou o jogo para a prorrogação, encerrada com a vitória por 1 a 0 do Senegal graças ao gol de Pape Gueye.

Com conteúdo da AFP*

Conteúdo Patrocinado