Insatisfeito com avaliação da FIA, pai de Bianchi considera entrar na justiça
<p style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; letter-spacing: -0.287999987602234px; line-height: 20.8799991607666px;">Pouco mais de cinco meses depois do acidente de Jules Bianchi no GP de Sukuza, no Japão, o francês continua em coma devido à lesão axonal difusa que sofreu. Em relatório divulgado em dezembro, a Federação Internacional de Automobilismo (FIA) nega a culpa e afirma que o piloto da Marussia não reduziu a velocidade como deveria, seguindo a sinalização das bandeiras amarelas, e por isso, acabou saindo do asfalto molhado e colidindo com o trator que retirava da pista a Sauber de Adrian Suttil, acidentada momentos antes. Insatisfeita com as conclusões da investigação feita pela entidade máxima do automobilismo, a família Bianchi contratou um advogado e ainda considera se moverá ou não uma ação legal contra os organizadores do Mundial de Fórmula 1.</p>