Corinthians projeta evolução da defesa ao ataque após semana cheia

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Corinthians fez um trabalho específico com a defesa na sexta-feira (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Foram 13 jogos em 39 dias, classificações na Copa do Brasil, na Sul-Americana e consolidação na liderança do Grupo C do Campeonato Paulista. Entretanto, um futebol ainda aquém do esperado pela torcida e pela comissão técnica. O fim das partidas em sequência foi comemorada pelo Corinthians e a semana cheia pelo treinador Fábio Carille, que espera um desempenho melhor tanto na defesa quanto no ataque.

Na atividade desta sexta-feira, a última aberta antes do clássico contra o Santos marcado para este domingo, às 16h (de Brasília), Carille separou o elenco do Corinthians em dois, levou os zagueiros e laterais para um campo separado e fez um trabalho específico de movimentação das linhas defensivas, principalmente no momento defensivo, a fim de evoluir no aspecto da bola parada, um dos problemas do time no início da temporada.

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"Os gols de bola parada que tem acontecido estão sendo mais na segunda bola que na primeira. Contra o São Bento, eu chamei o Mauro (Boselli), expliquei o erro que aconteceu e ele entendeu. Quando a gente sai da área precisamos sair nas faixas. Não adianta ficar olhando a bola e correr atrás dela. Estou tentando equilibrar a altura dos jogadores para dividir bem os setores para que a gente sofra menos", disse Carille em entrevista coletiva.

Enquanto isso, no outro campo do Centro de Treinamentos Joaquim Grava, o restante do elenco aprimorou a movimentação ofensiva, focando na precisão das finalização. Na sessão, os destaques ficaram por conta da dupla de atacantes formada por Vagner Love e Boselli, candidatos a substitutos de Gustagol, fora do clássico por conta de dores no joelho desde a partida contra o São Bento.

Quem volta, por sua vez, é o meia Jadson, confirmado entre os relacionados pelo comandante, que estuda utilizar o camisa 10 por um período entre 25 e 30 minutos no clássico. Nesse sentido, Carille exaltou o trabalho feito com o grupo durante a semana para aprimorar também o momento ofensivo.

"Buscamos melhorar o conjunto, melhorar as triangulações, que foi a ideia do Corinthians durante anos e funcionou muito bem em 2017, mas não funcionou muito em 2018 ainda comigo. Consegui trabalhar essas infiltrações, essas aproximações, porque depois de 13 jogos em sequência é difícil cobrar os movimentos dos atletas. Mesmo na dificuldade, estamos classificados nas competições e vamos aprimorar com o tempo", analisou o treinador, que possui um retrospecto superior a 74% em clássicos, com 15 vitórias, quatro empates e três derrotas em 22 jogos.


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