Gazeta Esportiva

“Precisa melhorar muito do meio-campo para frente”, diz Calleri após empate do São Paulo

São Paulo, SP

22/01/23 | 20:51 - 22/01/23 | 21:14

Principal esperança de gols do São Paulo, Jonathan Calleri ainda não marcou neste início de temporada. O atacante esteve em campo neste domingo, no empate contra o Palmeiras pela 3ª rodada do Campeonato Paulista, e cobrou uma melhora da produção ofensiva da equipe.

"Estamos tentando fazer o melhor, tem muitas coisas novas que precisam de uma adaptação. Acho que ainda não se viu o melhor São Paulo, precisa melhorar muito do meio-campo para frente", declarou Calleri, após o final da partida.


Seca de gols

O atacante argentino também falou sobre a falta de gols nos últimos jogos, mas reforçou que o mais importante para ele neste início de temporada são os resultados coletivos da equipe.

"Se o Galoppo não tira um gol meu outro dia, eu já teria um. Eu sei que eu vou fazer gol na temporada. Não importa quem faz, eu não sou um jogador egoísta. Se meu companheiro faz gol e eu não faço nenhum, o importante é que o São Paulo ganhe jogos e conquiste títulos", disse Calleri.

"Eu ajudo o São Paulo desde a briga pela bola, para tentar segurará-la. Não são só gols, obviamente que um camisa 9 precisa estar perto da área. Mas para mim, não muda nada. Eu já estive um tempo sem fazer gols, mas se o Rogério Ceni me coloca no time, é porque sou importante mesmo sem marcar gols", completou.

Reforços e adaptação

Calleri também foi perguntado sobre a chegada dos reforços e a adaptação dos estrangeiros que foram contratados. Para o atacante, o perfil da equipe mudou e tem "muito mais jogadores que vão para frente do que para trás".

"Acho que o time tem muito mais dinâmica e força por fora, com Pedrinho, David e Marcos Paulo. O perfil do time mudou, com muito mais jogadores que vão para frente do que para trás. Mas precisamos de adaptação. Não se pode conhecer os novos companheiros em 10 dias", relatou.

"Eu tento ajudar os caras que vem de fora. Quando eu cheguei aqui, em 2016, Lugano e Centurión me ajudaram na adaptação. É importante que quando chegue alguém de outro país, o reciba e apoie. Morar em São Paulo e treinar todos os dia é muito bom. O Brasil é um país 'hermano' e vai dar tudo certo", declarou Calleri.

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