Federação de ciclismo bane três e libera onze atletas russos para Rio 2016

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Russia's Ilnur Zakarin celebrates as he crosses the finish line at the end of the 184,5 km seventeenth stage of the 103rd edition of the Tour de France cycling race on July 20, 2016 between Berne and Finhaut-Emosson. / AFP PHOTO / LIONEL BONAVENTURE
Russia's Ilnur Zakarin celebrates as he crosses the finish line at the end of the 184,5 km seventeenth stage of the 103rd edition of the Tour de France cycling race on July 20, 2016 between Berne and Finhaut-Emosson. / AFP PHOTO / LIONEL BONAVENTURE

Ilnur Zakarin, que participou da Volta da França, pode ser um dos ciclistas excluidos, já que, em 2009, o russo recebeu uma punição de dois anos após ser flagrado no doping (Foto; Lionel Bonaventure/AFP)

Em uma decisão diferente das demais federações, a União Internacional dos Ciclistas (UCI) optou por banir três atletas russos e liberar outros onze para competir nos Jogos Olímpicos do Rio, em agosto.

Se baseando no chamado “Relatório McLaren”, um documento liberado pela Agência Mundial Antidoping (Wada) contendo o nome de atletas que testaram positivo em algum momento da carreira, a agência antidoping da própria UCI (CADF) buscou novas amostras para confirmar ou não o afastamento de seus atletas.

Com os resultados, três nomes ainda não divulgados ficarão de fora do Rio 2016, enquanto outros 11 ciclistas nomeados pelo Comitê Olímpico Russo poderão participar das Olimpíadas “acompanhados de perto” pela fiscalização.

As novas análises feitas pela CADF não levaram em consideração os exames prévios realizados pela Agência Russa Antidoping (Rusada). A UCI também fez questão de frisar que vem intensificando os testes em ciclistas russos desde a liberação dos primeiros documentos sobre doping, em novembro de 2015.

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