Ilnur Zakarin, que participou da Volta da França, pode ser um dos ciclistas excluidos, já que, em 2009, o russo recebeu uma punição de dois anos após ser flagrado no doping (Foto; Lionel Bonaventure/AFP)
Em uma decisão diferente das demais federações, a União Internacional dos Ciclistas (UCI) optou por banir três atletas russos e liberar outros onze para competir nos Jogos Olímpicos do Rio, em agosto.
Se baseando no chamado “Relatório McLaren”, um documento liberado pela Agência Mundial Antidoping (Wada) contendo o nome de atletas que testaram positivo em algum momento da carreira, a agência antidoping da própria UCI (CADF) buscou novas amostras para confirmar ou não o afastamento de seus atletas.
Com os resultados, três nomes ainda não divulgados ficarão de fora do Rio 2016, enquanto outros 11 ciclistas nomeados pelo Comitê Olímpico Russo poderão participar das Olimpíadas “acompanhados de perto” pela fiscalização.
As novas análises feitas pela CADF não levaram em consideração os exames prévios realizados pela Agência Russa Antidoping (Rusada). A UCI também fez questão de frisar que vem intensificando os testes em ciclistas russos desde a liberação dos primeiros documentos sobre doping, em novembro de 2015.