Thomas Bach deixa um COI próspero, mas muito centralizado
No momento de passar o bastão após doze anos à frente do COI, o alemão Thomas Bach estancou a crise de falta de candidaturas para sediar os Jogos Olímpicos e deixa para trás uma instituição próspera mas muito centralizada. Jogos de 2036: o problema agora é escolher Se o bávaro...