Renovação e valor de compra: entenda por que o Santos ainda não liberou Caju

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Caju recebeu proposta do Apoel (Ivan Storti)

Caju está perto de ser negociado pelo Santos (Ivan Storti)

Caju está perto de ser emprestado pelo Santos há algumas semanas, mas ainda não saiu e segue como opção no banco de reservas do técnico Jair Ventura. O Peixe adota cautela e não quer liberá-lo sem as condições mínimas exigidas.

Amiens-FRA e Apoel-CHI procuraram o lateral-esquerdo, porém, em linhas gerais, o problema é o mesmo: empréstimo gratuito e valor de compra fixado baixo. Dessa forma, o alvinegro bate o pé e quer lucrar mais. O exemplo é a saída recente de Emerson Palmieri. Liberado para o Palermo-ITA, o ala compõe o elenco do Chelsea-ING atualmente.

O Apoel está mais perto de levar Caju neste momento. Uma proposta oficial foi feita e recusada pelo Santos na noite desta segunda-feira, em reunião na Vila Belmiro. O presidente José Carlos Peres fez uma contraoferta e aguarda por resposta dos europeus.

O clube do Chipre ofereceu contrato de duas temporadas, com valor de compra fixado em 1,2 milhão de euros (cerca de R$ 5,1 milhões). O Peixe quer uma quantia maior, além de apenas um ano. Caju tem vínculo até o fim de 2019 e, se sair por dois anos, precisaria prorrogar o atual acordo.

As negociações serão retomadas nessa quarta-feira. O Apoel havia pressionado o Santos por uma resposta definitiva na segunda-feira, mas tem Caju como prioridade e aceita aguardar um pouco mais pelo negócio. Há um representante da equipe cipriota no Brasil. O ala só poderia sair oficialmente na reabertura da janela internacional de transferências, em junho.

Caju é o reserva imediato de Dodô, porém, o Peixe quer emprestá-lo para aliviar as contas. O lateral-esquerdo revelado na base alvinegra recebe R$ 130 mil por mês. Em 2015, na negociação pela renovação, teve salário triplicado. Ele nunca teve status de titular.

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