Buscando uma reestruturação após uma série de decepções no departamento de futebol, a Portuguesa apresentou um projeto de modernização de seu estádio, o Canindé. Comandada pelo arquiteto Daniel Fernandes, a reunião foi realizada na noite da última terça-feira, no Salão Nobre do Canindé.
Apresentado para cerca de 300 pessoas presentes na reunião, o projeto, chamado de "Novo Canindé", planeja um espaço que contará com dois hotéis, um centro de convenções, um centro empresarial, um shopping, uma nova sede social e um novo estádio, com capacidade para 20 mil lugares.
Além de um estádio para 20 mil pessoas, projeto também planeja um shopping e um centro comercial, entre outras novidades (Foto: Divulgação)
O responsável por apresentar o projeto, Daniel Fernandes é o proprietário da empresa Fernandes Arquitetos Associados.
Para seguir para a próxima etapa, porém, o projeto precisa da aprovação em diversas esferas do clube, como o Conselho de Orientação e Fiscalização (COF), o Conselho Deliberativo e a Assembleia Geral.
O presidente da Portuguesa, Alexandre Barros, comentou sobre a necessidade de uma reestruturação da Lusa. “A Portuguesa tem que mudar. Essa gestão veio para isso. Temos que fazer as coisas andarem com transparência”, declarou.
Apresentação do projeto reuniu cerca de 300 pessoas no Salão Nobre do Canindé (Foto: Everton Calício/Portuguesa)
Além da aprovação de alguns setores do clube, o ponto principal para o projeto sair do papel seria um acerto da Portuguesa com Gislaine Nunes, que foi outro assunto discutido na reunião da última terça-feira. A advogada foi a responsável por levar a área do Canindé pertencente à Lusa à leilão no ano passado. Caso esta ação continue, não será possível a viabilização do novo estádio.
Se aprovado, o projeto "Novo Canindé" tem previsão de conclusão estimado em seis anos, seguindo todas as etapas legais do processo.