Galiotte confirma treino aberto no Allianz e joga responsabilidade para a PM

São Paulo, SP

03-04-2018 23:57:10

Antes da partida desta terça, Palmeiras ainda não havia se manifestado sobre o tema (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

O Palmeiras confirmou que irá manter o treinamento aberto à torcida programado para o próximo sábado, na véspera da partida decisiva pela final do Campeonato Paulista. Após a Polícia Militar e o Minstério Público reagirem com ceticismo em relação à programação do clube alviverde e também do Corinthians, que agendaram atividades abertas aos seus torcedores no mesmo dia, o presidente Maurício Galiotte bateu o martelo e garantiu que o Verdão não irá ceder.

“O que existe é uma recomendação do Ministério Público e a responsabilidade do Palmeiras é dentro do Allianz. Fora do Allianz cabe à Polícia Militar, às autoridades competentes. Nós protocolamos devidamente, o Palmeiras avisou que teria o treinamento e nós vamos manter a nossa posição”, disse Galiotte, na zona mista do Allianz Parque após a vitória do Palmeiras por 2 a 0 sobre o Alianza Lima, pela Libertadores.

Com a vantagem na grande decisão do Estadual depois de ter vencido o Corinthians em Itaquera, o Palmeiras considera elementar o apoio de seus torcedores às vésperas da partida de volta, em casa, para faturar o título paulista, o que não acontece desde 2008.

“O treinamento será aberto com 1kg de alimento na entrada. É extremamente importante para nós no momento, queremos o título, vamos brigar pelo título, e o torcedor ao nosso lado é fundamental. Dentro do estádio temos a responsabilidade de dar segurança ao torcedor. Fora do estádio a responsabilidade não é do Palmeiras”, completou o presidente do Palmeiras.

Por conta de os torcedores do Corinthians e Palmeiras utilizarem a mesma linha de metrô (Linha 3 Vermelha) para chegarem aos seus respectivos estádios, o Ministério Público solicitou a mudança de data dos treinamentos abertos ao público temendo confrontos entre torcidas organizadas dos dois times. Ambas as diretorias, contudo, não ficaram satisfeitas com a requisição por crerem que a obrigação de prover segurança aos cidadãos é do Estado.

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