Ramón Sosa foi o grande nome da vitória por 3 a 0 do Palmeiras sobre o Jacuipense, na noite da última quinta-feira, em duelo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. O paraguaio anotou quatro gols, apenas dois validados, e aproveitou mais uma vez a chance como titular.
O atacante, desde o início, apareceu bem, procurando o jogo e deu dor de cabeça para a defesa do Jacuipense. Em 68 minutos em campo, o camisa 19 finalizou cinco vezes, marcou dois gols e sofreu um pênalti, convertido por ele mesmo. Teve dois gols anulados, um por toque no braço e outro por impedimento. Ainda teve 86% de acerto no passe, de acordo com dados do Sofascore.
Felipe Anderson também foi bem. O camisa 7, que vinha de aparições apagadas, deixou o nome dele, com um gol de fora da área. Ele aproveitou a sobra, bateu para o gol e viu a bola desviar na defesa antes de balançar a rede. Ele disputou os 90 minutos e, nesse período, teve seis finalizações, duas no gol, além de uma grande chance criada e quatro passes decisivos.
Dessa vez, Abel Ferreira começou jogando com Arthur na lateral esquerda e Khellven na direita. A Cria da Academia mostrou que pode ter maior sequência e suprir a ausência de Piquerez, em momento de instabilidade no setor. Ele jogou por 62 minutos e deu lugar a Jefté. Enquanto esteve em campo, acertou 91% dos passes e ainda sofreu o segundo pênalti convertido por Sosa.
Khellven, por sua vez, apesar de ter oscilado, não comprometeu. O camisa 12 foi o líder de desarmes do Palmeiras e deu assistência para um dos gols anulados de Sosa em cruzamento logo. Arriscou uma finalização de longe, sem muita direção.
Vitor Roque fica pouco tempo em campo
O camisa 9 ganhou sua primeira chance como titular desde que voltou a ser opção para Abel Ferreira após se recuperar de lesão no tornozelo esquerdo e iniciou arriscando no ataque. Contudo, deixou o gramado aos 15 minutos com dores no mesmo local após ser atingido por um carrinho em lance com Vicente Reis. Saiu abalado.
Carlos Miguel é espectador
O goleiro foi praticamente um "torcedor" em campo. Carlos Miguel mal trabalhou durante toda a partida. Em um jogo em que o Palmeiras finalizou 32 vezes contra apenas cinco do Jacuipense, o camisa 1 não fez nenhuma defesa, já que nenhum dos chutes foi em direção ao gol. O time baiano também não teve nenhum escanteio que pudesse dar dor de cabeça ao goleiro.