A nova regra da IFAB para coibir a cera nas substituições foi aplicada pela primeira vez na Copa do Mundo de 2026. No empate sem gols entre Irã e Bélgica, o volante Ezatolahi levou 16 segundos para deixar o campo no momento da substituição, ultrapassando o limite de 10 segundos estabelecido pela entidade. Como consequência, o atacante Hosseinzadeh não pôde entrar imediatamente, e a seleção iraniana atuou com um jogador a menos até a próxima paralisação da partida.
O lance aconteceu aos 39 minutos do segundo tempo. Após a saída de Ezatolahi, o jogo foi reiniciado normalmente e o substituto só entrou cerca de dois minutos depois, quando a arbitragem interrompeu a partida em uma falta a favor da Bélgica.
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A medida faz parte do novo pacote de alterações aprovado pela IFAB na assembleia anual realizada em fevereiro, no País de Gales. Pela regra, o atleta substituído deve deixar o gramado em até 10 segundos após a sinalização do quarto árbitro. Caso exceda esse tempo, o jogador que entraria precisa aguardar um minuto para ingressar em campo, deixando sua equipe temporariamente com um atleta a menos.
Além da nova regra para substituições, o pacote inclui limite de cinco segundos para cobranças de lateral e tiro de meta, além da obrigatoriedade de o jogador atendido por lesão permanecer um minuto fora de campo antes de retornar. As mudanças têm como principal objetivo reduzir o tempo perdido com interrupções e aumentar o tempo efetivo de bola em jogo.