Roger vê árbitro como decisivo, e vice de futebol reclama de “assalto”

Imagem ilustrativa para a matéria
Foto: Lucas Uebel/Grêmio
Foto: Lucas Uebel/Grêmio

Técnico achou a arbitragem de André Luiz de Freitas decisiva no empate com o Fluminense (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)

O técnico Roger Machado endossou as reclamações dos jogadores sobre a arbitragem do goiano André Luiz de Freitas Castro na sua entrevista coletiva após o empate em 1 a 1 com o Fluminense, em Volta Redonda. “O jogo teria nos dado três pontos. Outros eventos nos tiraram dois pontos. Perdemos os pontos pelas circunstâncias da partida, mas um ponto é importante pela sequência do campeonato”, disse o técnico gremista.

O vice de futebol Alberto Guerra apresentou um discurso ainda mais revoltado com o árbitro da partida: “Triste investir tanto em um time para ser assaltado dessa forma. Vai ser conhecido como o ‘jogo da mão’, meteram a mão no Grêmio, dominaram a bola com a mão e ainda teve o pênalti não marcado. Alguma providência terá que ser tomada”, afirmou o dirigente tricolor.

Sobre a expulsão de Ramiro, Guerra foi enfático em ressaltar que o jogador não tem culpa. “O que o Ramiro disse todos os outros 21 jogadores disseram em campo. Isso aqui não é balé, não é vôlei, as pessoas falam palavrões dentro do campo, mas não foram direcionados ao árbitro”, disse o dirigente.

O técnico Roger Machado, entretanto, faz uma ressalva às reclamações dos atletas. “Não saúdo (a revolta com o árbitro). Quando chega a esse ponto é porque tem alguma coisa errada dentro do campo. Não gostaria que o jogo transcorresse dessa forma. Gostaria que o árbitro não aparecesse. Gostei do poder de doação da minha equipe em tentar manter o placar alcançado, os jogadores saíram extenuados. Ramiro foi expulso pela indignação maior. A indignação é jogar bola, e fazer a bola entrar no gol adversário”, disse o técnico gremista.

Conteúdo Patrocinado