Argel quer "pés no chão" para Figueirense seguir longe da degola

São Paulo, SP

03-08-2015 08:00:36

Reconhecendo o duelo difícil diante da Ponte Preta, Argel comemorou o triunfo do Figueirense dentro de casa – o primeiro após quatro resultados negativos em sequência. O técnico valorizou os retornos de Clayton e Carlos Alberto ao time, além dos três pontos que afastaram a equipe da degola, mas pediu pés no chão para continuar sem correr riscos no Campeonato Brasileiro.

“Não podemos ter medo da vitória, temos que correr atrás dela. O grupo tem que comprar a ideia do treinador. Vencemos um adversário direto, conseguimos retomar nosso caminho e dar um passo importante na classificação. Distanciar do rebaixamento é o principal objetivo, agora é manter os pés no chão porque ainda tem muito trabalho pela frente”, declarou na coletiva.

Os três pontos que fizeram o Figueira chegar aos 19 pontos foram ainda mais comemorados pelas circunstâncias do jogo, no qual os donos da casa tiveram de lidar com o crescimento da Ponte Preta, e um técnico que já era velho conhecido. Guto Ferreira trabalhou em Santa Catarina na última temporada, e segundo Argel, esse foi um fator que complicou a vida do Furacão do Estreito.

“O treinador deles fechou muito bem as nossas alas, já trabalhou aqui e conhecia todo mundo. Ele conhecia o Sueliton, conhecia o Pedroso, e sabia que eles saiam muito para o ataque. O adversário segurou bem, e aí foi complicado. Fizemos um bom jogo e poderíamos ter matado no primeiro tempo, depois a Ponte equilibrou e empatou. Falhamos individualmente na marcação e isso não pode acontecer”, comentou sobre o gol de bola aérea que a equipe sofreu, no inicio do segundo tempo.

Além de valorizar a dinâmica que Carlos Alberto, meia que não disputava um jogo oficial há 50 dias por conta de lesão, deu ao jogo, Argel comemorou o retorno de Clayton, que voltou do Pan-Americano e deu a assistência para Dudu fechar o placar contra a Macaca. “Ele voltou maduro. É um jogador diferenciado. É importante ele ser competitivo, ajudar na marcação, dar assistência. Eu gostei da dinâmica, mas acho que ele ainda pode dar mais”, cobrou.

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