COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

O Egito praticamente deu adeus à Copa do Mundo com a derrota por 3 a 1 para a Rússia, na tarde desta terça-feira, na cidade de São Petersburgo, uma despedida ainda mais dura pelo fato de a equipe contar com o atacante Mohamed Salah. Recuperado às pressas de uma lesão no ombro sofrida na final da Liga dos Campeões da Europa, o canhoto chegou a fazer um gol, mas nada que mudasse o destino da partida.

“Eu acho que ninguém pode discutir a importância do Salah para o Egito”, comentou o técnico da equipe, o argentino Héctor Cúper, que elogiou a performance do comandado. “Ele estava bem para jogar e ninguém pode discutir sua importância. Por trás de um jogador tem de haver uma grande equipe. E nós temos uma grande equipe, talvez pudéssemos ter aproveitado melhor nossas oportunidades, mas há de se valorizar o esforço de uma equipe que não ia a uma Copa há 28 anos”, avaliou Cuper.

Fora da estreia contra o Uruguai, Salah é um herói nacional no Egito, brigando pelo posto de melhor jogador já nascido no país na história. Cuper, que viu o comandado entrar para uma seleta lista de egípcios que anotaram gols em mundiais. Antes, apenas Abdulrahman Fawzi (duas vezes), em 1934, e Magdy Abdelghany, em 1990, haviam chegado ao feito. Para Cuper, o grande problema da contusão foi não tê-lo nos treinamentos.

“Todos sabemos o que ele representa, é um jogador muito importante, uma referência, que nos deu muitas alegrias. A lesão nos preocupou a todos, sabíamos que chegaria em cima da hora. Bom, preferíamos que ele não se lesionasse. Mas ele se lesionou. O único que queria era tê-lo nas semanas antes do Mundial, que seria o tempo para trabalhar coisas diferentes, mas temos de lidar com isso”, continuou ele, assegurando que o atleta tinha boa condição para atuar.

“Quando falamos se estava 100% temos de falar da parte médica, e os médicos me asseguraram que estava bem. Ele se sentia bem. Na parte física, o que podemos dizer é que ele fez tudo isso à parte, individualmente, e isso pode ter alguma influência no jogo. Se alguém me pergunta: e se ele não tivesse se lesionado? Bom, ele teria três semanas treinando com a mesma intensidade de equipe. Mas a prioridade era recuperá-lo. E eu acho que ele esteve bem hoje (terça)”, concluiu.




Antes do início da Copa do Mundo, o grupo F tinha a Alemanha como grande favorita, com Suécia e México, teoricamente, como forças secundárias e a Coreia do Sul como franco-atirador. Depois da primeira rodada, a atual campeã não figura entre as seleções classificadas por conta da derrota diante da seleção de Juan Carlos Osorio, com uma atuação abaixo do que era esperado.

Mesmo assim, os suecos não ousam desprezar os alemães e esperam a recuperação instantânea. Em entrevista coletiva, o goleiro Robin Olsen valorizou o adversário do próximo sábado, em Sochi, e admitiu que existe uma certa empolgação, que será contida no momento do apito inicial.

Olsen optou por defender a seleção alemão após o tropeço diante do México (Foto: Jonathan NACKSTRAND/AFP)

“A derrota da Alemanha pegou todos de surpresa. Nada funcionou para eles naquele jogo, mas não podemos nos esquecer que estamos falando da Alemanha, a atual campeã mundial, uma seleção que jamais podemos colocar fora da disputa. Aquele jogo não serve de parâmetro, porque eles vão mudar algo e impor dificuldade ao nosso time”, disse o arqueiro sueco nesta terça.

Conhecida por fortes sistemas defensivos, a Suécia tenta reverter essa alcunha em solo russo. Com talentos individuais, sendo o principal deles Forsberg, o time comandado por Jan Andersson já deu indícios de que tentará ter a bola para incomodar os adversários. Esse discurso foi corroborado pelo camisa um, que descartou uma “retranca” contra a Alemanha.

“Na partida contra a Itália (Eliminatórias), tínhamos uma vantagem do jogo de ida. Agora, temos chance no último jogo, contra o México. Não vamos apenas nos defender e utilizar as bolas longas. É um jogo diferente. Temos que ter a bola nos nossos pés, queremos jogar nosso próprio jogo”, garantiu Olsen.



Em apenas dois jogos a anfitriã Rússia já transformou a edição de 2018 na melhor Copa da sua história após o fim da União Soviética. Classificada pela quarta vez para o torneio desde 1991, quando a maioria dos países anexados ao seu domínio ganharam soberania, a equipe manteve 100% de aproveitamento com o triunfo sobre o Egito, na tarde desta terça-feira, em São Petersburgo.

Os donos da casa haviam disputado a competição em 1994, 2002 e 2014, somando apenas duas vitórias em todas elas. Presentes no grupo do Brasil no tetra, nos Estados Unidos, os soviéticos perderam por 2 a 0 para Romário e companhia na estreia, foram superados por 3 a 1 pela Suècia na segunda rodada e, já eliminados, dispararam uma goleada por 6 a 1 sobre a equipe de Camarões para salvar a honra antes de voltar à Europa.

Oito anos depois, na Copa em que o Brasil chegou ao penta, os russos abriram a campanha com um 2 a 0 sobre a Tunísia, ganhando esperança para a sequência da competição. O problema foi que o rendimento caiu nos jogos seguintes, com o time sendo superado por 1 a 0 pelo Japão e por 3 a 2 para a Bélgica, outra vez desperdiçando a chance de avançar às oitavas.

No Brasil, quatro anos atrás, nada de melhora. Depois de um empate por 1 a 1 com a Coreia do Sul, na estreia, a equipe foi derrotada por 1 a 0 pela Bélgica no Maracanã  e chegou a ir para o intervalo classificada na última rodada, contra a Argélia. Um gol de Slimani, porém, deixou o resultado em 1 a 1 e assegurou a passagem dos africanos para a fase eliminatória.

Contando a gloriosa época como URSS (União das Repúblicas Socialistas Soviéticas), os russos não passam de fase desde a Copa de 1986, no México. Para encerrar esse jejum de 32 anos, os anfitriões precisam apenas que o Uruguai pontue contra a Arábia Saudita, nesta quarta-feira.



Mesmo derrotado e com chances remotas de alcançar a classificação às oitavas de final da Copa do Mundo, o Egito encontrou nas estatísticas da partida alguma esperança, já que, nesta terça-feira, os africanos foram superiores em todas os números ofensivos com relação aos anfitriões.

Nas finalizações, a superioridade foi mínima: 13 a 11 em favor da equipe liderada por Salah, que, entretanto, teve apenas um chute em direção ao gol. Outros oito foram para fora e o restante parou na sólida defesa da Rússia.

A melhor performance do Egito nas estatísticas também diz respeito à posse de bola: 53% do tempo com a bola no pé. Na precisão dos passes, os egípcios foram igualmente melhores, tendo completado 81% dos toques tentados ao longo do confronto, contra 75% de eficiência da Rússia.

O time de Salah também teve maior volume de passes tentados (438 a 383) e completados (356 a 290), entretanto, não conseguiu traduzir isso em mais gols.

A única vantagem da Rússia foi nos aspectos defensivos. Os donos da casa recuperaram 20 bolas a mais que os rivais (59 a 39) e mais bloqueios, mas ainda assim o Egito foi superior nos desarmes (10 a 9).

O Egito vive situação complicada na Copa do Mundo. Para se classificarem, os africanos precisam que a Arábia Saudita derrote o Uruguai nesta quarta-feira. Com isso, levariam a decisão para a última rodada, precisando vencer os sauditas e torcendo para a Rússia derrotar os sul-americanos, tendo ainda que tirar uma diferença no saldo de gols.

Já a Rússia está em um cenário confortável para sair com a classificação às oitavas, somando seis pontos e mantendo o 100% de aproveitamento no Mundial até aqui.



O centroavante Artem Dzyuba, de 1.96m, já tem 29 anos e está longe de ser uma revelação no futebol. Com apenas dois jogos disputados na Copa do Mundo de 2018, porém, o grandalhão da Rússia já mereceu um destaque inesperado para quem ostenta sua modesta carreira. Nesta terça-feira, diante do Egito, ele foi o maior destaque na importante vitória por 3 a 1 dos donos da casa, praticamente classificados para as oitavas de final.

Escolhido para ser titular após entrar no intervalo e facilitar muito o trabalho do time na estreia da competição, contra a Arábia Saudita, o goleador foi mais uma vez decisivo contra os rápidos africanos. Única alternativa ofensiva em uma truncada etapa inicial, ele foi o desafogo para a defesa e conseguiu segurar a maioria das bolas lançadas a si. O gol, no entanto, ficou para os 45 minutos finais.

Mais especificamente, entre os dois e os 17 minutos do segundo tempo. Foi esse o tempo necessário para ele, mesmo sem se mexer, ser essencial na abertura do placar. Após bola na área em que ele brigou com três defensores sozinho, Zobnin chutou cruzado e, tentando evitar que a redonda chegasse ao gigante, Fathi se antecipou todo desengonçado e acabou empurrando a bola para o próprio gol.

Pouco depois, ele observou mais uma jogada pelo lado da Rússia e, enquanto os zagueiros tentavam detê-lo, Cheryshev apareceu livre para ampliar. Logo na sequência, veio o tento que o coroou como melhor em campo: outro lançamento longo, matada no peito, drible rápido no zagueiro e um toque de classe no canto direito do goleiro, deixando ainda mais alucinados os torcedores presentes em São Petersburgo.

Emprestado pelo Zenit ao Arsenal de Tula na última temporada, o atacante de quase 2m agora tenta se provar diante de uma campeã mundial: a seleção uruguaia, próxima adversária dos russos em partida marcada para a segunda-feira, na cidade de Samara, fechando a fase de grupos.



A Rússia precisou de 15 minutos para definir uma imponente vitória por 3 a 1 sobre o Egito na tarde desta terça-feira, em São Petersburgo. Comandada pelo centroavante Dzyuba, que ganhou a vaga de titular, os donos da casa encaminharam a classificação com gols de Fathi (contra), Cheryshev e o próprio Dzyuba, todos entre os dois e os 17 minutos do segundo tempo, e agora dependem apenas de empate ou vitória do Uruguai sobre a Arábia Saudita para carimbar a passagem às oitavas de final.

Os egípcios, que descontaram em pênalti sofrido e cobrado pelo craque Mohamed Salah, estão tão eliminados quanto os russos estão classificados. Zerados, eles precisariam que a Arábia Saudita vencesse o Uruguai nesta quarta-feira, além de, na última rodada, derrotar os sauditas, torcer por outro tropeço dos uruguaios contra a Rússia e tirar o saldo de gols que os separa (1 a -4, atualmente).

Na próxima rodada, a última da chave, os russos fecham sua participação diante do Uruguai, na Arena de Samara, às 11h da próxima segunda-feira, dia 25. No mesmo dia e horário, os egípcios enfrentam a seleção da Arábia Saudita, na cidade de Volgogrado.

Salah aparece, mas jogo não flui

A primeira etapa na bela cidade de São Petersburgo mostrou os donos da casa com uma proposta de lançar bolas longas para Dzyuba, em bom momento físico para trombar com os também fortes zagueiros egípcios e segurar a posse até a chegada dos companheiros. Na primeira chance, ele próprio quase concluiu cruzamento de Golovin, mas a bola passou um pouco acima da sua cabeça.

A resposta dos egípcios veio em uma roubada de bola de Elneny. A redonda foi trabalhada até chegar para Trezeguet, na ponta esquerda da área, com o africano tentando um chute de chapa, no canto direito, mas mandando apenas rente à trave do goleiro. Na resposta, Golovin tirou a marcação de Hamed para dançar e tentou o chute rasteiro, mas o goleiro El Shennawy fez a defesa tranquila.

Salah, que até então pouco havia aparecido, teve uma boa chance de marcar e levar os egípcios em vantagem para o intervalo. Aos 43 minutos, após cruzamento da esquerda, Marwan deixou a bola passar e ele ficou no mano a mano com Zhirkov. O lateral conseguiu o corte parcial, mas a redonda ficou no pé esquerdo do craque, que tentou chutar no canto esquerdo de Akinfeev. A bola, no entanto, foi pela linha de fundo.

Rússia volta avassaladora

A volta para o intervalo, normalmente estudada pelos jogadores, foi um movimento avassalador dos donos da casa. Logo aos dois minutos, após bola alçada na área, Zobnin pegou a sobra e chutou cruzado. Dzyuba, parado, protegeu e Fathi, na tentativa de antecipar o gigante russo, acabou desviando com o joelho para trás, sem chances de defesa para o goleiro El Shennawy.

Os anfitriões não diminuíram o ritmo e viram o brasileiro naturalizado Mario Fernandes mostrar porque era tão badalado quando jogava no Grêmio. Em rápida ultrapassagem pela direita, ele invadiu a área e chegou à linha de fundo, tocando rasteiro para trás. Cheryshev, sem marcação, só deslocou o goleiro para ampliar. Pouco depois veio o brilho de Dzyuba: dominou lançamento longo, driblou o zagueiro e fez o terceiro tocando no canto direito, para explodir de felicidade a torcida.

O Egito ainda tentou buscar uma reação, mesmo atônito com a série de pancadas desferidas pelos russos. Coube justamente a Salah o suspiro dos africanos. Em boa jogada trabalhada pelo meio, ele invadia a área quando foi puxado pelo ombro por Zobnin. O árbitro inicialmente marcou fora da área, mas o assistente de vídeo, mostrou que a infração havia sido dentro dela. Penalidade bem batida e gol de honra assegurado para o craque do Liverpool.

FICHA TÉCNICA
RÚSSIA 3 X 1 EGITO

Local: Estádio Krestovsky, em São Petersburgo (Rússia)
Data: 19 de junho de 2018 (Terça-feira)
Horário: 15h(de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (Paraguai)
Assistentes: Eduardo Cardozo (Paraguai) e Juan Zorrilla (Paraguai)
Cartões amarelos: Smolov (Rússia); Trezeguet (Egito)
Gols:
RÚSSIA: Fathi (contra), aos dois, Cheryshev, aos 14, e Dzyuba, aos 17 minutos do segundo tempo
EGITO: Salah, aos 28 minutos do segundo tempo

RÚSSIA: Akinfeev; Mario Fernandes, Kutepov, Ignashevich e Zhirkov (Kudriashov); Zobnin, Gazinsky, Samedov, Golovin e Cheryshev (Kuziaev); Dzyuba (Smolov)
 Técnico: Stanislav Tchertchesov

EGITO: El Shennawy; Fathi, Gabr, Hegazy e Abdel-Shafi; Elneny (Ramadan), Hamed, Salah, Abdalla e Trezeguet (Warda); Marwan (Kahraba)
Técnico: Héctor Cúper



Maradona treinou a Argentina na Copa do Mundo de 2010 (Foto: Juan Mabromata/AFP)

Diego Armando Maradona continua com tudo na Copa do Mundo da Rússia. Depois de não ter poupado críticas a Jorge Sampaoli, treinador da Argentina, El Pibe cutucou o zagueiro Sergio Ramos em uma tentativa de elogiar Diego Godín, defensor do Uruguai.

“Quando se fala de craques, me disseram outro dia que Sergio Ramos era um. Não quero polemizar, mas tenho que dizer. Não, craque é o Godín”, afirmou o principal responsável pelo título da Albiceleste em 1986 antes de elogiar a atitude do jogador do Atlético de Madrid. “Godín te defende, te mandar fazer gols e que seja campeão. Que você não se ausente de nenhuma partida. Esse é um craque”.

Os dois zagueiros são conhecidos por serem decisivos em seus clubes, dando consistência defensiva e aparecendo nas jogadas aéreas em momentos-chave de jogos importantes. O curioso é que Sergio Ramos defende o Real Madrid e Diego Godín o Atlético. Além disso, Maradona defendeu o Barcelona.

Na última temporada, o jogador uruguaio marcou um gol em 45 partidas e ajudou os Colchoneros a vencerem a Liga Europa. Já o espanhol balançou as redes adversários cinco vezes em 42 jogos e conquistou o terceiro título consecutivo da Liga dos Campeões. Ramos participou do lance em que Mohamed Salah lesionou o seu ombro.



Mesmo com a vitória sobre a Austrália por 2 a 1, a França não empolgou, e a atuação ficou bem aquém do esperado. Dessa forma, o técnico Didier Deschamps acena com mudanças para enfrentar o Peru nesta quinta-feira, em Ecaterimburgo.

Do time que entrou em campo diante dos australianos, Dembelé e Tolisso saem para a entrada de Giroud e Matuidi, respectivamente. As alterações inclusive, mudariam o esquema tático dos franceses, o 4-3-3 dá lugar ao 4-2-3-1, com Giroud, isolado na frente.

Além da qualidade e mudança de estilo, a experiência dos dois pesa, pois, a média do plantel tem pouco mais de 26 anos. A provável escalação dos Azuis, será: Lloris; Pavard, Varane, Umtiti, Lucas Hernandez; Pogba, Kanté, Matuidi, Griezmann, Mbappé e Giroud.

A França está no Grupo C da Copa do Mundo. O time comandado por Didier Deschamps pega o Peru, nesta quinta-feira, em Ecaterimburgo às 12h00 (horário de Brasília). Na chave ainda estão Dinamarca e Austrália.

Deschamps mudará a equipe para pegar o Peru (Foto: Franck Fife/AFP)


A Polônia decepcionou em sua estreia na Copa do Mundo da Rússia, realizada durante a tarde desta terça-feira. Escalado como titular na derrota diante do Senegal, Arkadiusz Milik, atacante do Napoli, admitiu a exibição abaixo do esperado no Estádio do Spartak.

Os dois gols sofridos pela Polônia saíram em falhas da defesa. No primeiro, após chute de Idrissa Gana Gueye, o brasileiro Thiago Cionek desviou e matou o goleiro Wojciech Szczesny. No segundo, Mbaye Niang aproveitou vacilo de Jan Bednarek com o arqueiro e aumentou.

“Jogamos muito mal. Foi uma de nossas piores performances em muito tempo. Não criamos nenhuma chance. Senegal construiu uma parede e não conseguimos ultrapassá-la. É uma derrota pesada para nós, mas não podemos nos deprimir. Temos um jogo contra a Colômbia e precisamos melhorar algumas coisas”, declarou Milik.

A Polônia nunca passou da fase de grupos da Copa do Mundo depois de iniciar a campanha com derrota, algo que ocorreu nas edições de 2002 e 2006 do torneio. Na tentativa de manter uma postura otimista, o técnico Adam Nawalka manifestou confiança em seus atletas.

“Acho que temos muita resistência na equipe para começar o jogo contra a Colômbia com força total. Estou convencido de que vamos nos recuperar e regenerar depois deste jogo. Teremos uma postura positiva na próxima partida”, declarou o técnico, que disputou a Copa do Mundo de 1978 como atleta.

Pela segunda rodada do Grupo H, às 15 horas (de Brasília) deste domingo, a Polônia volta a campo para tentar a recuperação contra a Colômbia, na Arena Kazan. O encontro é fundamental para as pretensões das duas seleções na Copa do Mundo, já que ambas acabaram derrotadas na estreia.