O esforço do meia do futebol chinês não convenceu a torcida em Brasília (foto: Evaristo Sá/AFP)
Um dos três jogadores com mais de 23 anos que defendem a Seleção Brasileira nas Olimpíadas – os outros são o goleiro Weverton e o atacante Neymar –, o meia Renato Augusto se tornou o principal alvo da revolta da torcida presente no Mané Garrincha no empate por 0 a 0 com o Iraque, neste domingo. Ele era vaiado a cada toque na bola.
“Eu estava com a cabeça tranquila. Futebol é assim mesmo. É natural. Não podemos deixar que as vaias atrapalhem o nosso time. No segundo tempo, a Seleção foi vaiada e caiu um pouco”, observou Renato Augusto.
O meia do Beijing Guoan, da China, deu motivos para a insatisfação da torcida. Nos acréscimos do jogo, por exemplo, ele teve o gol aberto para salvar a Seleção Brasileira do empate com os iraquianos, mas concluiu torto.
“Perdemos muitas oportunidades. Finalizamos mais de dez vezes nos dois jogos”, lamentou Renato Augusto, agora projetando a partida decisiva contra a Dinamarca, na quarta-feira, na Fonte Nova. “Não podemos achar que está tudo errado. É pensar passo a passo para vencer o próximo jogo.”