COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

O coordenador de seleções da CBF, Edu Gaspar, concedeu entrevista coletiva na manhã deste sábado, dia seguinte à derrota do Brasil por 2 a 1 para a Bélgica, em Kazan, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Diante dos jornalistas, ainda demonstrando bastante abatimento, o dirigente repetiu o discurso de Tite e preferiu não projetar o seu futuro até absorver a dor da eliminação.

“Foi tudo muito bom. Foi uma experiência incrível ter participado desse jogo. Deixará realmente algo a nós. Essa dor que estamos sentindo não é fácil. Foi a maior como como atleta ou dirigente. Uma dor que sangra. Temos que seguir firmes nos nossos objetivos que temos, continuando com essa responsabilidade”, resignou-se, antes de despistar sobre sua permanência no cargo.

“Agora é um momento difícil de responder esse tipo de pergunta. Estamos juntando nossas dores. Vamos esperar voltar ao Brasil para conversar e dar o próximo passo. O passo agora é de um ajudar o outro para tomarmos as melhores decisões possíveis”, afirmou.

O futuro de Edu Gaspar, na verdade, começará a ser definido em uma reunião na CBF, ainda sem data definida. Antes, porém, o dirigente quer receber os afagos de sua família após mais de um mês separado pela Seleção Brasileira.

“Provavelmente devo ser o primeiro a estar na CBF, antes da comissão técnica. Vou conversar com todos os envolvidos. Depois de organizar a reunião, a gente começa a estabelecer o planejamento e a conversar sobre o futuro. Estou louco para estar com a minha família, o pessoal que me fortalece. Depois vamos ver os próximos passos. Vamos entender todo o contexto e as necessidades. Pouco a pouco vamos tomando as decisões”, reiterou.

Edu Gaspar assumiu o cargo de coordenador de seleções na CBF a pedido do técnico Tite, com quem trabalhava no Corinthians. Com a parceria reeditada, o Brasil ostenta um aproveitamento de 85%, com 20 vitórias, quatro empates e apenas duas derrotas. Questionado se o trabalho seguiria em conjunto com o do treinador, o dirigente voltou a despistar.

“Já estamos há um bom tempo juntos, um ajuda muito o outro. A equipe que foi formada foi de altíssimo nível. Temos o lado humano aflorado, de familiares e amigos, e isso nos fortalece muito. Mas temos que nos sentar de novo. Creio que vamos ter o nosso tempo, nosso momento de reflexão, para tomar os próximos passos. Se vai ser em conjunto ou não, vai do momento e de resolver da melhor forma possível”, disse.

Embora o seu futuro não esteja definido, Edu Gaspar encaminhou a sequência da Seleção Brasileira, que agora volta o seu foco para a preparação para a Copa América de 2019. O coordenador vem agendando alguns amistosos como testes, a começar pelo duelo com os Estados Unidos, em setembro.

“O de outubro também estamos negociando. Estamos encaminhando alguns jogos até março de 2019 para dar sequência no trabalho, como preparação para a Copa América, que é o nosso principal foco a partir de agora”, concluiu.



Com quatro gols marcados, Lukaku luta pela artilharia da Copa (Foto: Manan VATSYAYANA/AFP)

Na vitória da Bélgica sobre o Brasil nesta sexta-feira, pelas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia, Romelu Lukaku mostrou que, dentro de campo, é muito mais que um simples atacante. Tal como foi contra o Japão nas oitavas de final, o camisa nove não balançou a rede, mas voltou a ter uma atuação de extrema importância para que os Diabos Vermelhos conquistassem o resultado positivo e avançassem na competição.

O técnico Roberto Martínez mudou o esquema tático da seleção belga para enfrentar a Amarelinha. Sem a bola, o centroavante foi deslocado para a ponta, para atrapalhar a saída de bola de Marcelo e possibilitar a Kevin De Bruyne um posicionamento mais à frente na formação. Ademais, fez um trabalho de pivô praticamente impecável, prendeu a bola e também ajudou na armação, sendo responsável, inclusive, por iniciar a jogada do segundo gol de sua equipe.

Na zona mista, Lukaku afirmou que seu desempenho neste Mundial não é fruto de um individualismo. Pelo contrário, é justamente o aspecto coletivo que o faz jogar em tão alto nível.

“Não vim aqui para pensar em mim. Todo mundo me conhece e sabe que sou um marcador. Para mim, é a equipe que importa, e que ela aproveite este momento”, declarou o atacante, que defende o Manchester United, da Inglaterra.

O camisa nove também comentou o lance do segundo gol, quando ganhou a segunda bola depois de um escanteio do Brasil, girou para cima de Fernandinho e arrancou até dar a assistência para De Bruyne.

“Eden (Hazard) me disse para deixar a bola, mas eu sabia que haveria espaço. Quando comecei a correr, olhei da esquerda para a direita, e assim que vi Kevin (De Bruyne) sozinho à minha direita, passei a bola para ele. Soube de imediato que ele faria o gol”, apontou.

Classificada para a próxima fase, a seleção belga agora volta o foco para a semifinal contra a França, que pode garantir uma vaga inédita na decisão da Copa do Mundo. A respeito do confronto, Lukaku mantém os pés no chão e, mesmo feliz com a vitória sobre a Seleção Brasileira, garante que o grande objetivo dos Diabos Vermelhos não é nenhum senão a taça de campeão.

“Sabemos que ainda temos trabalho a fazer. Ainda temos duas vezes 90 minutos para tentar fazer tudo de bom para o país. Somos realistas. Após a partida, quando estávamos todos juntos, dissemos que deveríamos aproveitar o momento, mas que nos restam dois jogos para realmente alcançarmos nosso objetivo. Ainda temos uma partida contra a França e espero que a gente jogue melhor do que hoje”, finalizou.

Bélgica e França se enfrentam na próxima terça-feira, em São Petersburgo, com apito inicial previsto para as 15h (no horário de Brasília).



Tentando digerir a eliminação da Copa do Mundo, a Seleção Brasileira começa a se despedir da Rússia. Na manhã deste sábado, dia seguinte à derrota por 2 a 1 para a Bélgica, pelas quartas de final, a delegação deixou o hotel em Kazan e rumou ao aeroporto da cidade.

Cerca de 50 torcedores foram até a porta do hotel para aplaudir e manifestar apoio aos atletas, que se abraçaram antes de se separarem em grupos. Os goleiros Alisson e Cássio, o volante Fernandinho, o lateral esquerdo Filipe Luís e o preparador Taffarel foram os primeiros a sair.

Em seguida, também recebendo aplausos dos fãs, os zagueiros Thiago Silva e Marquinhos, os atacantes Willian e Roberto Firmino, o goleiro Ederson, o volante Paulinho e o meia Renato Augusto deixaram a base do Brasil em Kazan.

Divididos em grupos, eles entraram em carros e partiram rumo ao aeroporto. Pouco antes, o astro Neymar recebeu o filho Davi Lucca e a mãe Nadine Gonçalves no lobby do hotel, onde foi consolado com abraços de ambos. Quando se dirigiu ao ônibus, recebeu o apoio dos presentes, que gritaram seu nome. Na última sexta-feira, após o revés para a Bélgica, o atacante deixou a Arena Kazan sem falar com a imprensa.

Acompanhado de membros de sua comissão técnica, Tite foi mais um que deixou o hotel da Seleção muito aplaudido e ovacionado pelos torcedores presentes. Juntos dele, saíram Gabriel Jesus, Fágner e Fred. O ônibus deixou as instalações em Kazan por volta das 10h (de Brasília) rumo ao aeroporto.

Em voo fretado pela CBF, a Seleção Brasileira deve desembarcar no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, às 5 horas (de Brasília) deste domingo, após fazer escala em Madri, na Espanha. A maior parte dos jogadores, contudo, ficará na Europa, enquanto o restante do elenco e a comissão técnica voltam ao Brasil.



Técnico do Brasil acredita que Neymar, por exemplo, estava na sua plenitude (foto: André Mourão/Mowa Press)

A Seleção Brasileira conviveu com problemas físicos em sua participação na Copa do Mundo da Rússia. Antes mesmo de estrear, perdeu o lateral direito Daniel Alves, contundido, e precisou recuperar o substituto Fagner, o meia Renato Augusto e o atacante Neymar. Durante o torneio, lamentou as lesões do lateral direito Danilo, do esquerdo Marcelo, do volante Fred e do atacante Douglas Costa.

Tite, no entanto, negou que a sua equipe tenha sido prejudicada pelos problemas físicos após a derrota por 2 a 1 para a Bélgica, em Kazan, pelas quartas de final. “Em termos físicos, a equipe voou. O aspecto físico não foi determinante. A equipe voou, com transições em baixa, média e alta velocidades. Voou”, defendeu o treinador.

Esse tom foi usado também quando o assunto era Neymar, que passou os últimos meses em reabilitação de uma cirurgia para corrigir uma fratura no quinto metatarso do pé direito. “Ele estava em franca evolução e chegou ao ápice. Antes do último jogo, falei para ele que tinha voltado à plenitude. Voltou acima do que eu imaginava, com grande desempenho técnico”, exagerou Tite.

A análise certamente não vale para Fred. O volante liberado para acertar a sua transferência do ucraniano Shakhtar Donetsk para o inglês Manchester United em meio à preparação brasileira para a Copa machucou gravemente o tornozelo direito em uma dividida com Casemiro. Ainda assim, não foi cortado. E deixou de ser uma opção para substituir o companheiro, suspenso, contra a Bélgica. Fernandinho jogou e marcou um gol contra.

“O Fred sofreu uma pancada e não conseguiu ter a sua recuperação total”, limitou-se a dizer Tite, satisfeito também com o futebol apresentado pelo time que, segundo ele, voou na Rússia. “A nossa ideia de futebol ficou clara. Um futebol que sabe marcar, tem contra-ataque e é construído. Mostramos isso. Talvez o Brasil seja a equipe que mais tenha finalizado para o gol e uma das que menos tenha sofrido finalizações dos adversários. E está fora”, lamuriou, antes de embarcar de volta ao País.



Este sábado é dia de Suécia e Inglaterra entrarem em campo na disputa pelas quartas de final da Copa do Mundo da Rússia. Como em qualquer outro confronto decisivo, os ânimos estão exaltados. E quem evidenciou o fato foram dois dos maiores nomes da história das duas seleções, Zlatan Ibrahimovic e David Beckham, respectivamente, que, por meio das redes sociais, foram responsáveis por fazer uma aposta nesta sexta-feira.

“David Beckham, se a Inglaterra ganhar, eu pago o jantar em qualquer lugar do mundo que você quiser, mas se a Suécia ganhar você me paga o que eu quiser da Ikea (loja sueca), ok?”, propôs o sueco, em um de seus perfis oficiais.

 

O ex-jogador britânico não fugiu do desafio e tratou de responder, com um comentário na mesma publicação, fazendo uma contra-proposta ao atacante do Los Angeles Galaxy.

“Ibrahimovic, se a Suécia vencer, vou te levar pessoalmente à Ikea e comprar o que você precisar para sua nova mansão em Los Angeles. Mas quando a Inglaterra vencer, quero que você venha assistir a uma partida no Wembley vestindo uma camisa da Inglaterra e comer peixe com batata frita no intervalo”, escreveu.

Para finalizar, Ibra tirou um print do comentário de Beckham e usou a imagem para bater o martelo da aposta: “David Beckham, nós temos um acordo”, postou, cerrando a ‘negociação’.

Beckham respondeu Ibra, que fechou o acordo em seguida (Foto: Reprodução/Instagram)

Suécia e Inglaterra se enfrentam a partir das 11h (no horário de Brasília). Na Arena Samara, quem perder dará adeus à Copa do Mundo da Rússia. Quem ganhar, por outro lado, garante vaga nas semifinais da competição, contra o vencedor do duelo entre Croácia e Rússia, que acontecerá também neste sábado, às 15h. Do outro lado da chave, França e Bélgica fazem o primeiro confronto já definido das semis.



A Copa do Mundo de 2018 Rússia terminou nesta sexta-feira para o Brasil. A derrota para a Bélgica por 2 a 1, acabou com qualquer possibilidade da Seleção Brasileira chegar ao hexa. Apesar de algumas críticas, o técnico Tite vem sendo defendido, e os atletas querem a permanência do comandante para a sequência.

O volante Paulinho, que voltou a vestir a camisa da Seleção com Tite, foi um dos que fizeram lobby para a continuidade do trabalho. Na zona mista, o jogador apenas se limitou a dizer quando questionado sobre o assunto: “Com certeza”, afirmou o atleta do Barcelona.

Miranda, um dos melhores jogadores do Brasil no Mundial e que foi duas vezes capitão sob o comando do atual treinador, contra a Costa Rica e diante da Bélgica também quer que Tite continue a frente da Seleção:

“Tem toda uma preparação que foi bem-feita. O professor Tite se mostrou um grande treinador, espero que siga no comando e que seja coroado com um título”, disse o defensor, que atua na Internazionale.

Desde 2016 no Brasil, Tite coleciona 26 partidas, com 20 vitórias, quatro empates, e apenas duas derrotas, com 85% de aproveitamento. Além do revés para a Bélgica, a Seleção Brasileira perdeu para a Argentina por 1 a 0, em amistoso disputado em Melbourne.



Com a eliminação do Brasil na Copa do Mundo após a derrota por 2 a 1 diante da Bélgica, apesar de Tite considerar “inapropriado” falar sobre seu futuro, já se discute se o treinador será mantido no comando da Seleção visando o Mundial de 2022 ou se a CBF buscará um novo nome.

Apesar da eliminação nas quartas de final, a maioria dos torcedores que acompanharam a partida no Vale do Anhangabaú quer a permanência de Tite no cargo e acredita que ele é o melhor nome para levar a Seleção ao tão sonhado hexacampeonato no Catar.

A crítica ao nível dos treinadores no futebol brasileiro era o motivo mais citado pelos torcedores a favor de Tite. “Tem que manter o Tite. Ele cometeu erros, como todo mundo comete, mas para mim não tem um treinador à altura no Brasil”, disse Claudio Duarte. “Tem que manter o Tite, vai fazer o quê?”, indagou Celso Siqueira.

Outros torcedores se disseram a favor da manutenção do treinador para não interromper o trabalho atual. “Eu manteria, porque os últimos sempre foram trocados quando perderam, então não dá para ele trabalhar”, disse Vitor Barbosa. “Eu manteria mais uma vez. Ele montou um time legal”.

Mesmo com o tom favorável a Tite, alguns torcedores pediam sua saída. “Foi um bom técnico, ele montou um time fechado, mas para a próxima Copa eu trocaria o Tite”, argumentou Vinícius Vieira. “É bom mudar. Geralmente a cada quatro anos tem que mudar. Tinha que por o Renato Gaúcho lá, na próxima a gente ganha”.

*Especial para a Gazeta Esportiva



O jogo que marcou a eliminação da seleção brasileira da Copa do Mundo foi a partida mais Tweetada no mundo desde o início do torneio até agora. Apesar da derrota, os jogadores brasileiros foram os mais mencionados na plataforma: o principal atleta citado em Tweets durante a partida foi Neymar, seguido por Firmino, Fernandinho, o técnico Tite e o atacante belga Lukaku. Em todos os jogos que jogou neste Mundial, Neymar foi sempre o jogador mais citado no Twitter durante as partidas.

O apito final da partida, às 16h54, gerou o maior pico de comentários sobre o jogo globalmente no Twitter. O segundo maior momento aconteceu às 15h33, com o gol de Kevin De Bruyne, que colocou o placar em 2 a 0 para a Bélgica. E o terceiro foi às 15h48, com o fim do primeiro tempo.

Logo depois do jogo, foi registrado um aumento no volume de Tweets com menção ao termo “2022”, ano em que será realizada a próxima Copa, no Qatar. Muitos dos comentários demonstravam a esperança dos brasileiros de conquista do hexacampeonato no próximo mundial. Por outro lado, também houve um crescimento no uso das palavras “choro” ou “chorar”, uma manifestação da tristeza dos torcedores com o resultado.

Jogo entre Brasil e Bélgica foi o mais comentado do Twitter (Foto: Reprodução)


O caminho do Brasil rumo ao Hexa ganhou seu capítulo final nesta sexta-feira. A derrota por 2 a 1 para a Bélgica acabou com qualquer chance brasileira de título na atual edição da Copa do Mundo.

Um dos destaques da campanha, o meia-atacante Philippe Coutinho do Barcelona, admitiu a frustração após o revés e prevê que o grupo receberá críticas ao ser eliminado nas quartas de final da Copa:

“A gente sai um pouco frustrado daqui, queríamos chegar até a final, mas demos o nosso melhor, todo mundo se entregou até o final. Agora, seguramente vamos receber pancada de todos os lados, mas temos que seguir, a vida segue, o futebol é assim, composto de vitórias e derrotas, a gente fica triste, porque a gente queria muito, assim como os brasileiros, mas hoje não deu”, afirmou o jogador ao canal Sportv.

O maior questionamento que vai permear depois da eliminação é a continuidade do técnico Tite. Já na coletiva, o treinador não deu certeza de seu futuro. A CBF (Confederação Brasileira de Futebol), por sua vez já deu a entender que quer a permanência do comandante. Coutinho, optou por desviar da questão:

“Olha, quando se perde, muita coisa é falada, ainda mais no Brasil, não dá para pensar nisso, a gente ainda está com a cabeça no jogo, chateado”, finalizou o meia-atacante.



De Bruyne destacou a boa atuação da Bélgica (Foto: Benjamin Cremel/AFP)

A Bélgica eliminou a Seleção Brasileira e garantiu vaga na semifinal da Copa do Mundo. Eleito melhor jogador da partida deste sábado, o meio-campista Kevin De Bruyne teve participação importante na classificação belga, uma vez que marcou o segundo gol de seu país na vitória por 2 a 1.

Após a partida, em entrevista coletiva, o jogador do Manchester City valorizou a atuação tática da equipe e revelou que sentiu o adversário perdido com as mudanças de Roberto Martínez, treinador da Bélgica.

“Penso que fomos bem taticamente. Romelu (Lukaku) e Eden (Hazard) mudaram posições, tentaram criar muitas oportunidades. Acredito que jogamos muito bem no primeiro tempo, criamos oportunidades, e eles não sabiam o que fazer. Eles mudaram no segundo tempo, foram melhores, mas conseguimos criar chances. Após o 2 a 1, fizemos de tudo para vencer. Foi um teste para nossa personalidade”, disse o atleta.

Em relação ao time que ganhou de virada do Japão, Martínez fez duas substituições. Na ala esquerda, tirou Carrasco e colocou Chadli. Já no meio-campo, tirou Mertens e colocou Fellaini, visando reforçar a marcação no setor. Com isso, De Bruyne atuou mais adiantado.

“Tenho que fazer o possível para vencer o jogo, não importa onde. Tento contribuir de todas as maneiras possíveis. Faço meu papel. Tenho que deixar os jogadores relaxados. Podemos jogar bom futebol. Às vezes, ainda somos muito rápidos, mas tento cadenciar o time. Serei o primeiro a lutar até o fim. Espero que meus colegas possam ver minha reação, que deixo tudo no campo”, declarou De Bruyne.

Por fim, o atleta exaltou a campanha belga e já projetou o embate contra os franceses. “Alcançamos algo muito bonito. Não é fácil. Você tem dez, 15 times capazes de vencer. Vamos tentar ganhar da França. Estamos entre os quatro e estamos felizes por isso, mas estando tão perto, queremos ir à final, o jogo que todo mundo vai estar olhando. É uma chance única na vida, vamos fazer de tudo para deixar uma última imagem positiva da Bélgica e vencer a partida”, finalizou o belga.

Bélgica e França fazem a primeira semifinal do Mundial nesta terça-feira, às 15 horas (de Brasília), em São Petersburgo.