Bem taticamente, Carlos é cobrado no Atlético-MG por primeiro gol em 2015

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Quando assumiu o comando do Atlético-MG, o técnico Levir Culpi afirmou que seriam precisos números favoráveis para que os atletas fossem titulares. A filosofia chegou a levar o treinador a sacar o atacante Diego Tardelli, que vivia um jejum de gols. Nesta temporada, quem tem passado em branco é Carlos, que tem a confiança do comandante mesmo sem marcar desde novembro.

Levir Culpi deixa claro que o atleta precisa, sim, balançar as redes, mas entende que Carlos tem cumprido bem sua função tática dentro da equipe. O jogador tem atuado pelos lados do campo, e ajuda na marcação do lateral do time adversária, o que deixa o atacante mais longe do gol.

“Sempre estou preocupado com o número de todos, mas o Carlos tem esse problema: não está conseguindo completar as bolas. Ele não teve muitas oportunidades, foi uma ou duas, mas podia ter feito. O atacante tem de estar sempre com esse desejo de fazer o gol. Taticamente ele se posiciona muito bem, fecha muito bem as laterais, mas é preciso que melhore o rendimento ofensivo”, declarou.

Apesar de ser atacante, Carlos contabiliza apenas um gol na coleção em 2015, rendimento que fez o jogador perder a posição para Maicosuel. Levir Culpi, porém, resolveu dar mais uma chance para o atleta que voltou a ser titular do Atlético-MG nos últimos jogos.

Cobrado por técnico, Carlos tenta deixar rótulo de coadjuvante de lado para marcar pela primeira vez no ano

Cobrado por técnico, Carlos tenta deixar rótulo de coadjuvante de lado para marcar pela primeira vez no ano - Credito: Bruno Cantini/CAM

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