O empate em 0 a 0 com a Caldense dentro de casa não foi considerado um resultado de todo ruim pelo técnico Givanildo Oliveira. Apesar de deixar escapar pontos no Independência, o time segue invicto no Mineiro e mantém a vice-liderança com 11 pontos em cinco jogos. O comandante americano avalia que o cansaço pelo excesso de jogos pode ter influenciado no tropeço.
“Pesou o desgaste. Na última troca, tive que esperar para ver quem estava mais cansado. Alguns jogadores estavam arrastando muito. E isso se dá também pela maneira como a Caldense jogou. Um time muito bom, fez boa marcação, a pegada deles foi forte, diminuído espaços e marcando homem a homem. Dificultou para gente, porque, no final, tínhamos jogadores que já estavam no limite”, disse Givanildo.
O treinador do América-MG destaca também a prematura saída de Mancini logo aos dez minutos como um dos fatores para a queda de rendimento do time. O jogador sentiu dores na coxa e teve de deixar o gramado para não agravar a situação. Segundo Givanildo, o experiente meia é o termômetro do time, pois comanda o meio-campo americano.
“Até a saída, ele estava com uma movimentação boa. Esse lance do Mancini faz parte do cansaço também. Ele sentiu uma fisgada e, claro, que não tinha que continuar mais no jogo. Perdemos uma troca ali, para um time que está desgastado fisicamente perder uma substituição é ruim. Podemos até dizer que, pela situação do jogo, foi bom ganhar um ponto. Seria pior se saíssemos sem ganhar nada”, comentou.
