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Venezuela tenta dificultar, mas EUA voltam a massacrar no Rio 2016

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Atualizado em 08/08/2016 - 21:07:01 Compartilhe
São Paulo , SP
O norte-americano DeAndre Jordan enterra durante vitória dos EUA contra a Venezuela (Foto: Andrej Isakovic/AFP)
O norte-americano DeAndre Jordan enterra durante vitória dos EUA contra a Venezuela (Foto: Andrej Isakovic/AFP)

A Venezuela bem que tentou impor dificuldades, mas a Seleção masculina de basquete dos Estados Unidos respondeu com mais um massacre nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Nesta segunda-feira, o Dream Team venceu a equipe sul-americana, por 113 a 69, na Arena Carioca 1, e ficou bem perto de uma vaga nas quartas de final.

O cestinha da partida foi o ala Paul George, com 20 pontos, um a mais que o venezuelano John Cox. Jimmy Butler (17), Kevin Durant (16), Carmelo Anthony (14) e DeAndre Jordan (14) também terminaram com pontuação alta. Kyle Lowry se destacou com nove assistências e cinco rebotes. Nenhum atleta deixou a quadra com duplo-duplo.

Com o resultado, os Estados Unidos, atuais bicampeões olímpicos, somam quatro pontos e lideram o Grupo A, com quatro pontos, ao lado da Austrália. A Venezuela, por sua vez, chega à sua segunda derrota consecutiva e fica na quinta posição da mesma chave.

Com 14 títulos olímpicos do torneio masculino, a equipe estadunidense volta à quadra na próxima quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), para encarar a Austrália no duelo que valerá a liderança da chave. Já a Venezuela, atual vencedora da Copa América, buscará o primeiro triunfo no Rio no mesmo dia, mas às 22h30, diante da China.

DeAndre Jordan (esq.) e Kevin Durant (dir.) brincam durante vitória fácil dos EUA sobre a Venezuela (Foto: Andrej Isakovic/AFP)
DeAndre Jordan (esq.) e Kevin Durant (dir.) brincam durante vitória fácil dos EUA sobre a Venezuela (Foto: Andrej Isakovic/AFP)

O jogo – Quem viu os norte-americanos abrirem 4 a 0 em poucos segundos de jogo pensou que viria mais um massacre do Dream Team. Mas se enganou, porque os venezuelanos não se intimidaram e empataram rapidamente. A cada vez que os Estados Unidos abriam uma diferença no placar, o time sul-americano encostava, chegando até a liderar em 16 a 15. Com uma defesa forte na marcação, conseguiu levar para o segundo quarto em igualdade: 18 a 18.

Mas todo o ímpeto venezuelano se esvairia nos dez minutos seguintes, quando o jogo de velocidade dos Estados Unidos encaixou, muito em função das infiltrações de Kyrie Irving e Carmelo Anthony. No garrafão, DeAndre Jordan ganhava todas. Assim, os norte-americanos marcaram 30 pontos no segundo quarto, contra apenas oito dos adversários, que foram para o intervalo com uma larga desvantagem (48 a 26).

Aí o técnico do Dream Team, Mike Krzyzewski, decidiu dar rodagem para os jogadores reservas, que mantiveram a intensidade do melhor time do mundo. Paul George, Demar DeRozan e Harrison Barnes entraram bem e seguiram com o show.

Os venezuelanos se esforçaram para não deixar os americanos escaparem ainda mais no marcador, mas a tentativa foi em vão. A quatro minutos do fim, a seleção dos Estados Unidos ultrapassou a barreira dos 100 pontos e administrou com tranquilidade a enorme vantagem até o fim do confronto, que terminou em 113 a 69.

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