Rúgbi encara Olimpíadas como trampolim para crescimento do esporte

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(Foto: Divulgação/CBRu)
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Rúgbi não figurava no programa olímpico desde Paris 1924 (Foto: Divulgação/CBRu)

O rúgbi quer utilizar a oportunidade de participar dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016 para impulsionar o crescimento da modalidade nos próximos anos. O esporte volta ao programa do evento depois de 92 anos e a Seleção Brasileira tem lugar garantido nos torneios masculino e feminino.

O time das mulheres já se inseriu no grupo da elite mundial do esporte. Nas últimas duas temporadas, ficou com a décima colocação do Circuito Mundial – em alguns torneios ficou com a oitava posição. Nos Jogos Olímpicos, a Seleção sonha com um lugar nas quartas de final e a consequente atenção do público e da mídia.

“As Olimpíadas são incríveis, mas são três dias de jogo. Depois, vira passado. A gente precisa pensar o que pode fazer de melhor nesse período e o que vai deixar para o rúgbi do Brasil, para as pessoas que amam nosso esporte. Temos que levar a ansiedade como algo positivo”, afirmou a capitã da Seleção, Paula Ishibashi.

No torneio feminino, o Brasil integra o Grupo C, ao lado de Canadá, Grã-Bretanha e Japão. A melhor chance de classificação é derrotar o time asiático e passar às quartas como um dos dois melhores terceiros colocados. Mas só a vitória sobre as nipônicas não garantiria a equipe na próxima fase, já que dependeria dos resultados das outras chaves.

No A, jogam Austrália, Estados Unidos, Fiji e Colômbia. No B, Nova Zelândia, França, Espanha e Quênia. O time nacional começa sua campanha em 6 de agosto, contra a Grã-Bretanha.

A Seleção masculina vai aos Jogos do Rio 2016 com objetivos mais modestos. O time nunca venceu partidas no Circuito Mundial e está no Grupo A, com Fiji, campeã da temporada passada, Estados Unidos e Argentina, ambos integrantes do top 5 do ranking. Por isso, a ideia é mostrar esforço em campo para tentar encantar a torcida em Deodoro.

“Temos que colocar os pés no chão e saber o que as Olimpíadas podem dar ao Brasil. Poded dar notoriedade, uma atenção que o esporte nunca teve. Vamos fazer nosso melhor para deixá-lo bem alto no País e isso significa que podemos terminar o torneio sem ter vencido nenhum jogo”, explicou o argentino Andrés Romagnoli, técnico do time masculino.

 

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