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Justiça brasileira emite decreto para impedir que Lochte deixe o Brasil

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Atualizado em 17/08/2016 - 12:43:44 Compartilhe
São Paulo , SP
Decreto de Justiça brasileira quer apreender passaporte de Ryan Lochte (Foto: Tom Pennington/Getty Images/AFP)
Decreto de Justiça brasileira quer apreender passaporte de Ryan Lochte (Foto: Tom Pennington/Getty Images/AFP)

Ryan Lochte se envolveu em polêmica no Rio de Janeiro na madrugada do último domingo, quando estava em um taxi com outros três nadadores estadunidenses e foi abordado por assaltantes armados, que levaram pertences pessoais dos atletas. O medalhista chegou a se manifestar minimizando o ocorrido, no entanto, a Justiça brasileira ainda não esqueceu o caso.

Segundo informou a Veja nesta quarta-feira, Lochte e outro companheiro de equipe presentes no episódio, James Feigen, receberam um mandado de busca e apreensão de seus passaportes, exigindo que os nadadores permaneçam no Brasil. A decisão foi tomada pela juíza Keyla Blank, do Juizado Especial do Torcedor e de Grandes Eventos, e comunicada para a Polícia Federal.

As contradições na confusa história contada por Lochte e Feigen às autoridades sobre o ocorrido motivou a Justiça a decretar proibição aos dois atletas para deixar o país. Na versão que as vítimas apresentaram, causou estranhamento a afirmação das vítimas sobre o horário em que retornaram à Vila Olímpica após o assalto, por volta das 4h, quando imagens mostram a entrada apenas às 7h.

Há, no entanto, um impasse na investigação: segundo o advogado de Ryan Lochte, o nadador já deixou o Rio de Janeiro, e assim, quando a polícia partiu para a apreensão na Vila Olímpica, não encontrou o medalhista. James Feigen, por outro lado, ainda está no Rio de Janeiro, mas separado da delegação dos Estados Unidos, em um hotel.

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