Comitê Olímpico dos EUA reprova nadadores e se desculpa com Rio 2016

Imagem ilustrativa para a matéria
Astro Ryan Lochet é um dos nadadores envolvidos no caso (Foto: Martin Bureau/AFP)
Astro Ryan Lochet é um dos nadadores envolvidos no caso (Foto: Martin Bureau/AFP)

Experiente astro Ryan Lochet é um dos nadadores envolvidos no caso (Foto: Martin Bureau/AFP)

Por meio de um comunicado oficial, o Comitê Olímpico dos Estados Unidos se manifestou na noite desta quinta-feira sobre a polêmica envolvendo os nadadores Ryan Lochte, Gunnar Bentz, Jack Conger e Jimmy Feigen. A entidade se desculpou com a organização dos Jogos Olímpicos e reprovou o comportamento dos nadadores.

O quarteto se disse vítima de um assalto no Rio de Janeiro. Ao investigar o caso, no entanto, as autoridades brasileiras concluíram que a versão apresentada pelos nadadores dos Estados Unidos não procede. Gunnar Bentz e Jack Conger chegaram a ter seus passaportes retidos, mas foram liberados para retornar aos Estados Unidos após depoimento.

De acordo com o comitê olímpico norte-americano, os quatro atletas partiram de táxi da Casa França para a Vila Olímpica e, no caminho, pararam em um posto de gasolina para usar o banheiro. No local, um dos nadadores (não identificado no comunicado) cometeu um ato de vandalismo.

Uma discussão teria começado entre os atletas e dois seguranças armados do posto de gasolina. Para liberar os nadadores, os responsáveis pela segurança do local exigiram um pagamento, de acordo com o comunicado assinado por Scott Blackmun, diretor executivo do comitê norte-americano.

“Em nome do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, pedimos desculpas a nossos anfitriões no Rio e aos brasileiros pelo distúrbio durante o que deveria ser uma celebração da excelência”, diz trecho da nota oficial emitida pela entidade.

“O comportamento desses atletas não é aceitável e tampouco representa os valores da equipe dos Estados Unidos e da grande maioria de seus membros. Vamos reavaliar a questão e eventuais consequências para os atletas quando retornemos aos Estados Unidos”, diz a nota.

Conteúdo Patrocinado