Gazeta Esportiva

"Voz" da 71ª 9 de Julho, Maquininha exalta privilégio de trabalhar na prova

Thiago Trolize* - São Paulo,SP

03/07/17 | 10:00 - 03/07/17 | 16:12

Locutor conta sobre sua história em congresso técnico na Fundação Cásper Líbero (Foto: Marcelo Ferrelli/ GazetaPress)

O quarto congresso técnico para os aspirantes da 71ª Prova Ciclística 9 de Julho contou com uma presença especial. Responsável por fazer a interlocução entre a organização e os competidores do próximo domingo, Marcos Cezario Dos Santos, o Locutor Maquininha, esteve presente no Teatro Cásper Líbero e falou sobre a experiência de trabalhar no evento organizado pela Gazeta Esportiva.

Famoso tanto como locutor quanto pelos anos em que atuou pelo montain bike, Maquininha é um grande conhecedor da 9 de Julho, além de uma figura muito influente no ciclismo brasileiro. Ele foi criador de um clube de mountain bike em Mogi das Cruzes, junto da "bike repórter" da TV Gazeta Renata Falzoni.

"Eu agradeço a oportunidade e o privilégio de fazer parte desta grande festa, desta grande prova do ciclismo internacional que é a 9 de Julho", declarou o locutor.

Durante o congresso, Maquininha chegou até a dar uma palinha do seu talento na narração (confira abaixo). Como exemplo, ele usou a vitória de Daniel Conti pelos aspirantes da última edição da 9 de Julho. Daniel também estava presente no último congresso.

O locutor contou aos aspirantes toda sua história dentro do esporte, desde que iniciou a carreira no mountain bike, em 1989, participando do primeiro campeonato brasileiro da categoria. Ele também falou sobre a troca da bicicleta pelo microfone, após deixar de participar das competições amadoras com frequência.

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"Em uma passagem minha por Mogi das Cruzes, eu tive a oportunidade de conhecer o Gilson Alvaristo e recebi o convite dele para integrar a Federação Paulista (de ciclismo) e pude trabalhar em vários eventos", explicou, relembrando o encontro com um dos campeões da 9 de Julho e que participou da organização de diversas edições da prova. Alvaristo faleceu em 2016, com 60 anos.

Aproveitando a experiência de estar à frente de aspirantes, que receberam no congresso dicas de segurança e os detalhes do percurso, Maquininha deu algumas palavras de incentivo. O agora locutor relembrou a dificuldade de provas longas, mas ressaltou a importância da força de vontade para os atletas.

"Treino dói. Dói tudo nessa hora. É até um dos bordões que eu utilizo. Porque para você estar ali no pelotão da frente - e está ali o Daniel Conti que sabe muito bem disso, um dos vencedores do ano passado - você tem que dar o seu máximo, chegar o seu limite. E tem que administrar bem a dor", destacou.

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*Especial para a Gazeta Esportiva

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