Seleção lamenta derrota, mas valoriza campanha histórica no Rio 2016

Imagem ilustrativa para a matéria
Seleção masculina de handebol deu adeus às Olimpíadas nesta quarta-feira ao ser derrotada pela França (Foto: JAVIER SORIANO/AFP)
Seleção masculina de handebol deu adeus às Olimpíadas nesta quarta-feira ao ser derrotada pela França (Foto: JAVIER SORIANO/AFP)

Seleção masculina de handebol deu adeus às Olimpíadas nesta quarta-feira ao ser derrotada pela França (Foto: JAVIER SORIANO/AFP)

O Brasil começou bem, equilibrou o duelo contra a França, mas caiu de rendimento no segundo tempo e acabou eliminado nas quartas de final do handebol masculino. No entanto, os comandados do técnico Jordi Ribera saíram de cabeça erguida da Arena do Futuro, após serem exaltados pela torcida que compareceu em peso no confronto decisivo desta quarta-feira.

“Passamos 45 minutos de jogo com possibilidades de estar à frente, mas acho que faltou força para a gente seguir na parte final. Ganhamos da Alemanha, da Polônia, passamos da primeira fase, que foi um passo importante com uma equipe nova. Ainda tem muito pela frente e acho que o futuro vai ser muito bom”, comentou o treinador após o revés.

Cientes de que a França teria grandes chances de avançar à semifinal, os jogadores brasileiros saíram satisfeitos ao menos com o primeiro tempo que realizaram em quadra. Terminando o primeiro período empatado em 16 a 16, o time verde e amarelo conseguiu frear os rivais até a primeira metade do segundo tempo, quando a equipe do outro lado da quadra acordou a tempo de assegurar a vitória.

“A gente tinha a proposta de jogo que era atacar com bastante paciência, gastar 40 segundos no ataque em média. No primeiro tempo funcionou bem, no segundo tempo faltou um pouco de sorte. Eles trocaram de goleiro no intervalo e não fomos tão efetivos contra o outro goleiro. Mas estamos de parabéns, fizemos história classificando para as quartas de final. Sabíamos que seria muito difícil, eles são os atuais campeões olímpicos, mas a gente fez o que pôde”, comentou Lucas, lembrando o feito inédito alcançado pela Seleção masculina ao avançarem ás quartas de final.

Conteúdo Patrocinado