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Bicampeã olímpica no hóquei, Holanda conhece estrutura do Rio 2016

Em Mais Esportes, Olimpíadas 2016
Publicado em 29/11/2015 11:32:07 Compartilhe
São Paulo , SP
Seleção Holandesa conheceu campo em que poderão se tornar tricampeãs em 2016 (Foto: Alexandre Loureiro/Rio 2016)
Seleção Holandesa conheceu campo em que poderão se tornar tricampeãs em 2016 (Foto: Alexandre Loureiro/Rio 2016)

Após a inauguração do campo principal de hóquei sobre a grama no complexo de Deodoro, a seleção holandesa realizou treinamentos no local e aproveitou para conhecer o palco em que tentarão o tricampeonato olímpico. Apesar de não ser a prioridade da delegação, já que estão na América do Sul para disputar a Liga Mundial feminina, na Argentina. Disputando o torneio que reúne as melhores seleções do mundo no país vizinho, as jogadoras acreditam que não são donas de um grande favoritismo tanto na Liga quanto nos Jogos Olímpicos.

“Queremos brigar por mais um ouro Olímpico no Rio, mas não nos vemos como favoritas. Estamos apenas focando em nós mesmas, em melhorar a cada jogo. Queremos vencer todos os jogos, todos os adversários”, disse a goleira Joyce Sombroek, mostrando sede de vitória.

O Brasil conta com o time masculino no hóquei sobre a grama para tentar surpreender seleções mais tradicionais. Contando com o apoio da torcida, a seleção brasileira espera não só repetir o bom desempenho nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, neste ano, como também evoluir e tentar alcançar algo grande em 2016. Para a melhora jogadora do mundo, Ellen Hoog, os brasileiros terão um grande desafio pela frente.

“Eles não precisam ganhar da Holanda. Nunca os vi jogar, talvez falte um pouco de experiência. Mas eles vão competir em casa e, com o apoio da torcida, podem surpreender alguns times”, comentou.

Vistas como uma das mais belas equipes dos Jogos Olímpicos, as holandesas brincaram com o rótulo e acreditam que isso não interfere nada dentro de campo, no entanto, esse fator pode fazer com que os torcedores compareçam aos jogos no ano que vem. Além disso, elas creditam algumas semelhanças com o futebol como possível adicional para uma boa frequência nas arquibancadas.

“Bem, isso (beleza) não importa. É até bom, porque talvez isso atraia mais brasileiros para vir assistir”, disse em tom bem-humorado. “Nós treinamos muito para jogar nesse alto nível. É um esporte muito rápido e tem suas semelhanças com o futebol, o que deve motivar muitos brasileiros a vir acompanhar”, finalizou Ellen Hoog.

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