Brasil aposta em mescla de gerações no basquete feminino para o Pan

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A seleção brasileira feminina de basquete já tem sua aposta para a disputa dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, no Canadá. Sob o comando do técnico Luiz Augusto Zanon, as pivôs Gilmara Justino, de 34 anos, e Bianca Araújo, 19, representam a união de duas diferentes gerações que, juntas, podem levar o time a bons resultados no torneio, realizado entre 16 e 20 de julho.

"Acredito que essa mescla de gerações é muito importante, principalmente na questão de podermos ajudar as mais novas com a nossa experiência. Mesmo com menos experiência umas que as outras em relação às competições internacionais, a maioria delas já são maduras e possuem personalidade forte. Procuro ajudar da melhor forma possível dialogando e quando necessário corrigindo um posicionamento ou incentivando em um momento de dificuldade. Sempre com muito respeito, auxilio no que for necessário. Estou confiante que essa mescla vai nos render muito sucesso na Seleção Brasileira", declarou Gilmara.

Um ponto destacado pela pivô foi justamente a preparação física que a seleção vem recebendo para a competição. "Os treinos estão sendo ótimos. O nível de exigência está bastante alto, principalmente na parte física. Estamos na fase final da preparação, então é normal nesse momento, pois precisamos estar no auge do condicionamento físico para executarmos bem o nosso papel nas partes técnica e tática de maneira intensa”, contou.

Pivôs Gilmara Justino, 34, e Bianca Araújo, 19, são aposta na seleção de basquete feminino

Pivôs Gilmara Justino, 34, e Bianca Araújo, 19, são aposta na seleção de basquete feminino - Credito: Divulgação/CBB

Convidada por Zanon, Bianca Araújo afirmou estar contente com a convocação. "Fiquei muito feliz com a convocação. Sei que estou em um papel diferente como convidada, mas espero poder contribuir bastante com o grupo. O meu objetivo aqui é aprender com as jogadoras experientes que estão se preparando para o Pan", disse.

"É muito diferente treinar com uma equipe adulta do que com uma de base, mas o nível da competição também é diferente. Vamos iniciar a preparação para o Mundial e tenho certeza que irei de forma diferente depois desta experiência com a equipe adulta. Iremos enfrentar seleções de alto nível no Mundial, então precisamos estar prontas para qualquer situação. A participação com a Seleção Adulta vai ajudar muito na minha preparação e de todo o grupo da Sub-19. Me cobro bastante e estou procurando sugar ao máximo da experiência delas", observou.

No Grupo A do Pan, o Brasil terá sua estreia no dia 16 de julho, diante dos Estados Unidos. Na sequência, as brasileiras enfrentam Porto Rico e República Dominicana. O Grupo B da competição é formado por Canadá, Cuba, Argentina e Venezuela.

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