COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

A Suíça confirmou sua vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo nesta quarta-feira com empate por 2 a 2 contra a eliminada Costa Rica. O resultado é reflexo dos números do jogo, que mostram um confronto equilibrado e com várias chances de gol para ambos os times, com os suíços trabalhando mais com a bola e os costarriquenhos buscando ataques em velocidade.

Como um empate bastava para a classificação, a Suíça não teve pressa para atacar. A equipe comandada por Shaqiri e Behrami teve mais posse de bola (60% contra 40% da Costa Rica) e trocou mais passes com mais precisão, completando 514 de seus 588 passes, enquanto a Costa Rica acertou 279 de apenas 346 passes tentados.

No entanto, apesar do domínio suíço sobre a posse de bola, os números ofensivos foram parelhos. A Suíça não conseguiu levar perigo constante ao gol de Keylor Navas, finalizando apenas três vezes na direção do gol e cinco vezes para fora. Já a Costa Rica finalizou seis vezes com destino ao gol e cinco vezes para fora. O goleiro suíço Sommer foi um dos responsáveis por garantir o empate. Além disso, a seleção costarriquenha parou na trave duas vezes.

Na defesa, a Costa Rica também teve mais trabalho que os suíços. A defesa costarriquenha recuperou 42 bolas e bloqueou quatro finalizações do ataque suíço. Já a Suíça, que controlou a posse de bola, roubou apenas 30 bolas e travou dois chutes do ataque da Costa Rica. Com 14 faltas, a Costa Rica teve a defesa mais faltosa do jogo, já que a Suíça cometeu apenas nove infrações.

Classificada na segunda posição do grupo F, já que o Brasil venceu a Sérvia por 2 a 0, a Suíça enfrenta a Suécia nas oitavas de final da Copa do Mundo. A partida será na próxima terça-feira, às 11 horas (de Brasília), no Estádio São Petersburgo. Por sua vez, a Costa Rica volta para casa com um ponto na bagagem.

Créditos: Thomas Saint-Cricq, Maria-Cecilia Rezende/AFP


Ronald Domingues, filho de Ronaldo, discotecou durante o intervalo da partida (Foto: Daniel Zappe/GOL)

A Seleção Brasileira pode ainda não estar voando na Copa do Mundo da Rússia, mas conta com uma companhia aérea entre seus patrocinadores. Nesta quarta-feira, dia em que a equipe do comandante Tite decolou rumo às oitavas de final, um grupo de cerca de 120 torcedores viveu uma experiência inusitada.

O voo 0006, operado pela Gol Linhas Aéreas, teve passagens comercializadas a R$ 6,00, com vendas iniciadas às 6 horas da tarde do último sábado. A aeronave partiu de Fortaleza para São Paulo e teve como atração principal a transmissão do jogo do Brasil contra a Sérvia, entremeada por uma apresentação do DJ Ronald Domingues, filho de Ronaldo.

“A Alemanha não está mais na Copa! A vingança chegou! Agora, vamos até a final!”, anunciou Maurício Parise, diretor de marketing da empresa aérea, de microfone em punho. Devidamente trajados com o uniforme do time canarinho, os passageiros-torcedores levantaram voo mais animados pela recente eliminação germânica.

Em seu discurso de abertura, após apresentar Ronald e ouvir um grito de “Ronaldo!”, Parise achou por bem acrescentar: “É filho do Ronaldo, mas está aqui porque é um excelente DJ”. O jovem ocupou a primeira fileira de poltronas, acompanhado pela mãe Milene Domingues.

Passageiros do voo 0006 acompanharam o jogo que selou a classificação do Brasil (Foto: Daniel Zappe/GOL)

Enquanto os passageiros cantavam uma rima alusiva à Argentina, da cabine da aeronave alguém que não poderia ver o jogo lamentou pelo sistema de som. “É a 15ª vez em que estou voando em uma partida da Seleção e vocês aí, aproveitando. Bebam uma cerveja por mim”, pediu o comandante.

O voo teve cerveja à vontade, o que não proporcionou grande empolgação no momento do hino nacional. Diante de celulares, tablets, laptops e similares, os passageiros permaneceram concentrados na transmissão. Ronald, firme na primeira fila, passou a ouvir os comentários do pai na transmissão da TV Globo.

“Bora animar esse avião!”, gritou um torcedor, sem ser atendido. O clima no primeiro tempo foi morno, condizente com o equilíbrio da partida disputada em Moscou. Os torcedores, ensimesmados com seus aparelhos eletrônicos, reagiam apenas quando instigados por cinegrafistas e fotógrafos.

O clima de festa enfim tomou conta do voo 0006 no momento em que Paulinho honrou o nome da companhia aérea e abriu o placar contra a Sérvia. Durante o intervalo, a apresentação de Ronald Domingues prolongou o ambiente descontraído e causou um acúmulo de pessoas no corredor, apesar dos pedidos das comissárias.

Atrapalhado pelo compartimento de bagagens, o filho do ex-centroavante Ronaldo, campeão mundial com a Seleção em 1994 e 2002, precisou se curvar em alguns momentos para operar seus equipamentos. Orgulhosa, Milene Domingues usou o celular para registrar o filho em ação.

“Como sou alto, tive que tocar quase corcunda”, brincou Ronald. “Foi um sucesso tremendo. Gostei demais da iniciativa de realmente inovar nesse mercado. Achei muito bacana a proposta e estou bastante feliz por ter participado”, contou o jovem de 18 anos.

O segundo gol da Seleção Brasileira no Estádio Spartak, marcado pelo zagueiro Thiago Silva em jogada aérea, foi antecipado por um pequeno grupo de passageiros, que acompanhava uma transmissão segundos adiantada. Algo sempre irritante, no sofá de casa ou a mais de 10 mil metros do solo.

O apito final do árbitro iraniano Alireza Faghani em Moscou não interrompeu a festa dos passageiros-torcedores do voo 0006. Da pista do aeroporto de Guarulhos, todos seguiram diretamente para o hangar da Gol, preparado para uma apresentação do cantor Luan Santana, responsável por findar sem turbulências a viagem iniciada em Fortaleza.

*O repórter viajou a convite da Gol Linhas Aéreas



Thiago Silva é o primeiro zagueiro brasileiro a marcar em duas Copas (Foto: Kirill KUDRYAVTSEV / AFP)

O gol de Thiago Silva na vitória do Brasil para cima da Sérvia, por 2 a 0, que garantiu a classificação da Seleção às oitavas de final da Copa do Mundo deste ano, na Rússia, foi histórico. O tento desta quarta-feira fez com que o zagueiro se tornasse o primeiro de sua posição a marcar em duas edições diferentes do Mundial.

O defensor do Paris Saint-Germain já havia anotado um gol na Copa do Brasil, em 2014, quando o time da casa derrotou a Colômbia por 2 a 1 e garantiu uma vaga na semifinal do torneio daquele ano.

Outro zagueiro que tem mais um de gol pela Seleção em Mundiais, David Luiz, que não está no elenco de Tite neste ano, marcou seus dois tentos em uma única edição da principal competição de futebol do mundo, justamente a de 2014.

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Thiago Silva havia perdido a vaga de titular na Seleção Brasileira, mas pouco a pouco retomou a confiança de Tite, que voltou a escalar o zagueiro no onze inicial, substituindo o seu companheiro de clube, Marquinhos.



A Costa Rica empatou com a Suíça por 2 a 2 após o juiz Clement Turpin marcar um pênalti já nos acréscimos e, na cobrança de Bryan Ruiz, a bola ter batido nas costas do goleiro Sommer e entrado no gol. O treinador Óscar Ramírez avaliou o resultado como positivo e explicou as mudanças que fez no time justamente no último jogo, quando Los Ticos já estavam eliminados.

“No plano estratégico que tínhamos, sabíamos que a Suíça ia formar um quadrado e consideramos isso. Nos primeiros 30 minutos conseguimos recuperar algumas bolas importantes. Eles tiveram algumas oportunidades de infiltrar a bola. No segundo tempo conseguimos correr um pouco e fazer uma pressão e uma transição mais forte com os laterais. Creio que crescemos muito no segundo tempo. Não merecíamos perder. Foi justiça (o gol no fim). Tivemos oportunidade de ter vencido”, declarou o técnico de 53 anos em entrevista coletiva.

“Todas as partidas são diferentes. Você tem que pensar da maneira que você quer jogar e quem é seu adversário. São as circunstâncias e as variáveis das partidas. Hoje era o último dia da competição, então era um momento… não sei. Todas as partidas são diferentes”, disse sobre as mudanças na escalação apenas para este confronto.

Durante o jogo, em diversos momentos foi possível escutar a torcida incentivando a Costa Rica. Óscar Ramírez agradeceu o apoio e, quando questionado sobre o seu futuro, optou por sair pela tangente.

“Foi muito bonito ver a torcida nos apoiando. Não sei porque, mas muitas pessoas gostam da Costa Rica independentemente de onde vamos. Tenho que agradecer a todos que nos apoiaram”, afirmou. Não sei. Amanhã vamos para a Costa Rica e daí veremos. Gosto do país e agora quero ficar com a minha família”.



Depois de um primeiro tempo tranquilo, de domínio amplo e vantagem no placar, a Seleção Brasileira passou apuros na etapa final contra a Sérvia. E foi exatamente no melhor momento dos europeus que Thiago Silva aproveitou cobrança de escanteio na primeira trave para marcar o segundo gol canarinho. O balde de água fria no adversário foi notório, e dali para frente o Brasil precisou apenas administrar o resultado até o apito final para confirmar sua classificação às oitavas de final da Copa do Mundo na liderança do grupo E.

“Muitas coisas positivas, desde o primeiro jogo até aqui. Em determinados momentos tivemos dificuldades, sofremos, mas o mais importante foi que a equipe soube sofrer quando foi atacado, isso é Copa do Mundo, do outro lado também tem qualidade, é o que o homem (Tite) fala, tem de saber sofrer. A gente estava concentrado para impedir as ações do adversário, e logo em seguida soubemos aproveitar uma bola que estamos treinando há muito tempo com o Neymar”, avaliou o zagueiro Thiago Silva.

A pressão de cerca de 15 minutos dos sérvios exigiu atenção de Alisson, goleiro que na primeira etapa apareceu saindo do gol para cortar os cruzamentos em sua área, postura essa que não foi vista nos dois primeiros compromissos. Ao fim do confronto, o arqueiro admitiu que ainda não havia trabalhado tanto no Mundial.

“Com certeza foi (o jogo de mais trabalho), até suei um pouquinho hoje. nNs outros jogos tivemos mais controle da posse de bola. A gente sabia que ia ser assim, a agente analisou os adversários e sabia que eles iam dar trabalho, o Mitrovic dando muita qualidade, segurando nossos zagueiros, mas o Thiago Silva e o Miranda foram monstros na marcação, e a equipe sendo efetiva na frente”, comentou, antes de ressaltar os pontos de destaque além da vitória.

“Não só isso, mas o fato de ter jogado bem. Na primeira partida (o time) talvez deixou um pouco a desejar, talvez pela estreia, acabamos cometendo erros bobos de passe. A partir do segundo jogo, sim, conseguimos imprimir nosso jogo, criamos muito, não conseguimos abrir o placar tão cedo contra a Costa Rica, e hoje conseguimos, isso faz o adversário ter de abrir um pouco”, completou.

Filipe Luís, chamado às pressas logo no início da partida por causa de um problema na lombar de Marcelo, fez sua estreia na Copa do Mundo, não comprometeu e saiu de campo já pensando no México, adversário de segunda-feira, às 11h (horário de Brasília).

“Conseguimos fazer um grande jogo, controlamos a todo momento, não deixamos que chegassem no nosso goleiro. Agora vamos estudar bastante o México e ir para o jogo para chegar nessa final que a gente sonha”, concluiu o lateral esquerdo.

 



Autor do primeiro gol do Brasil nesta quarta-feira, em Moscou, contra a Sérvia, Paulinho minimizou o prêmio de “homem do jogo” recebido pela Fifa e preferiu exaltar a classificação da equipe à próxima fase da Copa do Mundo. Desta vez, o volante conseguiu infiltrar na defesa adversária, ao contrário das duas últimas partidas em que não superou as retrancas suíça e costarriquenha, e contribuiu no que, para muitos, foi a melhor partida do time canarinho na competição.

“O mais importante para mim é a vitória, a classificação. Essa coisa de ser o melhor da partida claro que fica, mas fica para o pessoal da votação, eu não me preocupo com isso, minha preocupação toda é entregar para o elenco”, disse Paulinho.

Na jogada do primeiro gol, Philippe Coutinho fez um belo lançamento para Paulinho, que apareceu como “elemento surpresa” na defesa sérvia e, frente a frente com o goleiro rival, tocou por cobertura, mostrando categoria e tranquilidade de um verdadeiro atacante.

“Todos sabem minha característica. Procuro fazer, enxergar os espaços. O Coutinho numa linda assistência… sempre falei, para mim, ele é um craque, um fenômeno”, prosseguiu o jogador do Barcelona, exaltando o talento de seu companheiro.

Um dos pilares do time comandado pelo técnico Tite também comentou sobre as desconfianças com as quais teve de lidar desde que voltou a ser convocado pelo seu treinador dos tempos de Corinthians e também em sua chegada ao Barcelona após se despedir do futebol chinês.

“Minha carreira inteira foi assim, mas eu acho que, como um cara um pouco mais experiente, procuro sempre fazer o meu trabalho e escutar o menos possível das pessoas, da imprensa principalmente, porque algumas coisas não são verdades. Eu, com 29 anos, estou mais experiente, não preciso provar nada para ninguém”.

“Na verdade, eu já venho com confiança há muitos anos, na minha saída para a China muitos questionaram, no Barcelona mais uma vez, mas eu estou aqui, tranquilo e confiante como sempre”, concluiu.




Depois de derrotar a Sérvia por 2 a 0, chegar aos sete pontos e confirmar a liderança do Grupo E na primeira fase da Copa do Mundo da Rússia, o Brasil enfrentará o México, segundo colocado do Grupo F, nas oitavas de final. Esse será o quinto jogo entre os países na história dos Mundiais, sendo que os mexicanos nunca ganharam.

Na abertura da Copa do Mundo de 1950, brasileiros e mexicanos se enfrentaram pela primeira vez em uma partida do torneio. Na oportunidade, a Seleção canarinha não teve dificuldades para fazer 4 a 0, com gols de Ademir de Menezes, em duas oportunidades, Jair Rosa Pinto e Baltazar.

Quatro anos depois mais um embate das seleções em Mundiais. Na quinta edição da competição, realizada na Suíça, a Seleção Brasileira goleou o adversário novamente. Baltazar, Didi, Pinga (duas vezes) e Julinho Botelho balançaram as redes no triunfo verde e amarelo por 5 a 0.

A supremacia do Brasil seguiu em 1962, quando os países voltaram a duelar pela fase inicial do maior torneio de futebol do planeta. Porém, dessa vez, o México não facilitou e o time canarinho só marcou os gols da vitória por 2 a 0 no segundo tempo, através de Pelé e Zagallo.

Depois de 1962, a Copa do Mundo não teve um choque entre mexicanos e brasileiros até 2014, ano em que voltaram a se enfrentar pela segunda rodada da primeira fase. Na Arena Castelão, Neymar e companhia pressionaram o rival durante boa parte do jogo e criaram inúmeras, porém, o arqueiro Guillermo Ochoa estava em tarde inspirada e segurou o empate sem gols.

Em outras competições oficiais, como Copa Ouro, Copa das Confederações e Copa América, a Seleção Brasileira não leva tamanha vantagem, uma vez que ganhou sete jogos e perdeu outros sete. Na história geral do confronto, contando amistosos, são 23 vitórias do Brasil, dez empates e apenas sete triunfos do México.

O quinto embate entre mexicanos e brasileiros na história das Copas acontecerá às 11 horas (de Brasília) da segunda-feira, em Samara, pela Copa do Mundo da Rússia.



Capitão da Seleção Brasileira na partida desta quarta-feira, Miranda comemorou a atuação convincente da equipe, que superou a Sérvia sem grandes sustos por 2 a 0, no estádio Spartak, em Moscou. O zagueiro da Inter de Milão vê o time canarinho em ascensão após a estreia um tanto quanto frustrante, mas já ligou o alerta para o duelo das oitavas de final, marcado para a próxima segunda-feira, contra o México.

“Uma grande atuação. Nossa Seleção vem em uma crescente muito boa. No primeiro jogo tivemos um bom padrão de jogo, mas o resultado não foi o esperado. No segundo jogo melhoramos bastante e nesse terceiro jogo veio a confirmação. É essa a continuidade que a gente buscava. Agora é ter tranquilidade, porque vamos enfrentar um grande adversário, merecedor de estar nas oitavas de final”, afirmou Miranda ao Fox Sports.

Miranda entrou em campo nesta quarta-feira com a grande responsabilidade de neutralizar, ao lado de Thiago Silva, o ataque de grande estatura da Sérvia. Enfrentando um rival que possui uma média de altura superior a 1,80m, os defensores do time canarinho não passaram apuros no decorrer dos 90 minutos e fizeram com que o goleiro Alisson saísse de campo mais uma vez sem ser vazado. Em 24 jogos com Tite no comando, a Seleção Brasileira sofreu apenas seis gols.

Agora, a equipe volta seu foco para a seleção mexicana. O time comandado pelo ex-são-paulino Juan Carlos Osorio terminou sua campanha na primeira fase da Copa com uma derrota por 3 a 0 para a Suécia e acabou perdendo a primeira colocação do Grupo F.

“Grande adversário, adversário que tem um contra-ataque muito rápido. Nossa seleção tem que ter muita atenção, porque vamos enfrentar um grande adversário’, completou Miranda, ciente de que os mexicanos deverão fazer uso da mesma estrategia utilizada contra a Alemanha, que acabou derrotada pelos latino-americanos por 1 a 0 graças ao gol de Chicharito Hernández.



A Suíça garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo ao empatar com a Costa Rica nesta quarta-feira. O nome do jogo foi o meio-campista Blerim Dzemaili, que marcou um dos gols do 2 a 2. O jogador de 32 anos também recebeu o prêmio de melhor da partida da Fifa.

O camisa 15 ajudou o time comandado por Vladimir Petkovic – que optou por jogar pelo resultado favorável à classificação – a dominar o meio de campo e ter posse de bola de 60% com aproveitamento de 86%, acertando 510 passes dos 591 tentados. Com isso, o confronto ficou controlado e não apresentou muitos riscos.

Responsável pelo primeiro gol da partida, Blerim Dzemaili foi quem deu a tranquilidade para os europeus após os costa-riquenhos terem começado a partida com muita vontade e pressionando, criando, pelo menos, três chances claras de gol.

Um dos principais jogadores da seleção suíça, o veterano volante não jogou a partida inteira porque Petkovic começou a poupar os seus atletas ao longo do segundo tempo. Ele deixou o gramado para a entrada de Denis Zakaria.

O próximo compromisso da equipe vermelho e branca será contra a Suécia, na quarta-feira, às 11 horas (de Brasília), no Estádio St. Petersburgo, nas oitavas de final da Copa do Mundo.