COPA DO MUNDO 2018 RÚSSIA

Pelo Grupo G da Copa do Mundo, Bélgica e Tunísia se enfrentaram na manhã deste sábado e o placar foi de 5 a 2 para os belgas, em uma partida marcada pela boa atuação de toda a parte ofensiva, principalmente de Hazard e Lukaku, autores dos quatro primeiros gols. A conta foi fechada por Batshuayi, que ainda poderia ter aumentado a vantagem.

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Por parte de Eden Hazard, o gol de pênalti aos seis minutos da primeira etapa foi seu primeiro em Copas do Mundo, já que ele não marcou em 2014 e tampouco na primeira rodada da fase de grupos desta edição. Já Romelu Lukaku… Os dois gols o colocaram não somente na artilharia da competição junto do português Cristiano Ronaldo (quatro gols cada), como os tornaram o maior artilheiro de sua seleção, com 40 gols.

A dupla Hazard e Lukaku fez seis gols em dois jogos pela seleção belga nesta Copa do Mundo (Foto: Yuri Cortez/AFP)

Os números não deixam mentir o placar final: foram, no total, 23 tentativas para o gol, com 12 delas no alvo, contra 15 e 5 da Tunísia, respectivamente, que também criou algumas chances, mostrando o quanto o jogo foi aberto e que a Bélgica precisa melhorar na parte de trás se não desejar sofrer. Agora, os comandados de Roberto Martínez estão com saldo de sete gols (poderia ser mais, principalmente com as chances perdidas neste confronto), empatados com a anfitriã Rússia.

Na parte defensiva, equilíbrio: foram 12 faltas dos belgas contra 13 dos seus adversários, com apenas um cartão amarelo, aplicado para Ferjani Sassi, da Tunísia. Na posse de bola, a estabilidade também é observada: 52% a 48% para os vencedores do confronto.

Na última vez que se encontraram, em 2002, Bélgica e Tunísia empataram em uma rodada da fase de grupos daquela Copa. Foi também neste ano que os belgas, pela última vez, fizeram um gol ainda no primeiro tempo – em 2018 a história foi diferente: um de Hazard e dois de Lukaku. Os belgas também aumentaram para 21 a quantidade de jogos sem perder, sendo a última derrota em setembro de 2016, contra a Espanha, que é justamente o primeiro entre as seleções na Rússia com mais tempo invicto.



Tentando provar o status de favorita ao título, a Bélgica encaminhou a sua classificação às oitavas de final da Copa do Mundo durante a manhã deste sábado. Contando com um dia inspirado de suas principais estrelas, o time europeu não encontrou maiores dificuldades para golear a frágil Tunísia por 5 a 2, em duelo disputado na Arena Spartak, em Moscou.

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Com os triunfos sobre panamenhos e tunisianos, os belgas marcam seis pontos e lideram o Grupo G. O time dirigido pelo espanhol Roberto Martínez garante a vaga de forma antecipada caso os centro-americanos não vençam a Inglaterra neste domingo, em Moscou. Já os africanos, que haviam perdido para os britânicos na estreia, seguem sem pontuar e estão eliminados do torneio.

Pela terceira e última rodada da fase de grupos, a Bélgica terá o seu teste mais duro até agora: o duelo com a Inglaterra, previsto para quinta-feira, às 15 horas (de Brasília), em Kaliningrado. No mesmo dia e horário, Tunísia e Panamá farão o duelo de azarões da chave, em Saransk.

Bélgica aproveita erros e Lukaku vira artilheiro

A pressão belga surtiu efeito logo aos cinco minutos do primeiro tempo. Após boa trama pela direita, Hazard foi derrubado e sofreu pênalti. Os tunisianos alegaram que a infração teria ocorrido fora da área, mas o árbitro de vídeo confirmou a penalidade. Na cobrança, o próprio Hazard bateu rasteiro no canto direito de Mustapha, que nada pôde fazer para evitar o primeiro gol dos europeus.

À vontade em campo, a Bélgica ampliou a sua vantagem aos 15 minutos, quando Mertens aproveitou domínio errado do rival para roubar a bola pela direita, arrancar com ela e deixar Lukaku livre na área. O centroavante chutou cruzado no canto esquerdo, sem chances para Mustapha.

Os africanos, contudo, responderam rápido e frearam o ímpeto belga. Aos 17 minutos, após cobrança de falta pela esquerda, Bronn subiu entre os marcadores para testar e diminuir a desvantagem. Este, aliás, seria um dos últimos lances do zagueiro tunisiano na partida, pois ele torceu o joelho e precisou ser substituído.

No entanto, em uma nova falha do sistema defensivo africano, a Bélgica marcou o seu terceiro gol nos acréscimos do primeiro tempo. Após Maalou errar passe pela esquerda, Mounier deu grande assistência para Lukaku tocar na saída do goleiro, empatando com Cristiano Ronaldo na artilharia do Mundial, com quatro gols.

Europeus pressionam e goleiam

A Bélgica voltou ligada do intervalo e transformou a boa vantagem em goleada aos cinco minutos da etapa final. Aproveitando lançamento de De Bruyne do campo de defesa, Hazard passou entre dois zagueiros, driblou o goleiro e só tocou para o gol, anotando o seu segundo na partida.

Os belgas, então, se fecharam na defesa e passaram a apostar nos contra-ataques. Aos 16 minutos, Carrasco avançou pela esquerda e arriscou chute colocado de fora da área, quase marcando um golaço. A bola fez a curva para dentro e tirou tinta da trave direita.

Com a vitória praticamente garantida, Martínez aproveitou para sacar Hazard e Lukaku e colocar Batshuayi e Fellaini em campo. Com a Tunísia tentando descontar, os espaços aumentaram para a Bélgica. Aos 30 minutos, Batshuayi recebeu passe de De Bruyne nas costas da zaga, tirou do goleiro e finalizou. Mas Meriah afastou em cima da linha e evitou o quinto gol belga.

O atacante ainda voltaria a perder ao menos três chances claras até se redimir aos 44 minutos, quando completou cruzamento da direita, tocando no contrapé do goleiro, que nada pôde fazer para evitar o quinto gol belga. Entretanto, ainda haveria tempo para, aos 47, Khazri descontar para os africanos.

FICHA TÉCNICA
BÉLGICA 5 X 2 TUNÍSIA

Local: Arena Spartak, em Moscou (Rússia)
Data: 23 de junho de 2018 (Sábado)
Horário: 9h(de Brasília)
Árbitro: Jair Marrufo (Estados Unidos)
Assistentes: Corey Rockwell (Estados Unidos) e Juan Zumba (Eslovênia)
Cartão Amarelo: Sassi (Tunísia)
Cartão Vermelho: –
Gols:
BÉLGICA: Hazard, aos 5 minutos do 1º tempo, e aos 5 minutos do 2º tempo; Lukaku, aos 15 e aos 48 minutos do 1º tempo; Batshuayi, aos 44 minutos do 2º tempo
TUNÍSIA: Bronn, aos 17 minutos do 1º tempo, e Khazri, aos 47 minutos do 2º tempo

BÉLGICA: Courtois; Alderweireld, Boyata e Vertonghen; Meunier, De Bruyne, Witsel e Carrasco; Mertens (Tielemans), Hazard (Batshuayi) e Lukaku (Fellaini)
Técnico: Roberto Martínez

TUNÍSIA: Ben Mustapha; Meriah, Ben Youssef (Alouane), Bronn (Naguez) e Maalou; Khaoui, Skhiri e Sassi (Sliti); Fakhreddine Ben Youssef, Khazri e Badri
Técnico: Nabil Maaloul



Apagado nas duas primeiras partidas da Seleção na Copa do Mundo da Rússia, o atacante Willian pode perder sua vaga entre os titulares para Douglas Costa no confronto com a Sérvia. Ironicamente, o jogador do Chelsea e o meia Philippe Coutinho são os dois mais escalados por Tite em sua gestão na Seleção.

Desde que assumiu o comando do Brasil, o treinador acumula um retrospecto de 18 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota. A exemplo de Coutinho, Willian participou de um total de 21 partidas, 13 na condição de titular e mais oito entrando durante as partidas.

Neste período, Willian marcou dois gols, contra Venezuela e Colômbia, pelas Eliminatórias. No amistoso diante do Japão, dentro do rodízio de Tite, ele atuou como capitão. O atacante ficou fora do amistoso contra a Colômbia, restrito a atletas que atuavam no Brasil, e do duelo com a Argentina, pela seletiva ao Mundial.

Escalado na ponta direita do ataque, Willian não correspondeu nos recentes confrontos com Suíça e Costa Rica. Na partida disputada na última sexta-feira, o técnico Tite resolveu sacar o jogador do Chelsea para promover a entrada do insinuante Douglas Costa no intervalo.

O atleta da Juventus deu trabalho pelo lado direito do ataque brasileiro e mudou a dinâmica do jogo, contribuindo também com o lateral Fagner. Nos acréscimos, pouco depois de Philippe Coutinho abrir o placar, Douglas Costa cruzou para Neymar ampliar.

Questionado sobre a disputa pela vaga de titular, o atleta foi diplomático. “Eu ralei pra caramba para estar na Seleção Brasileira. Fiz esforços que ninguém sabe, mas fico contente por poder entrar e ajudar”, disse Douglas Costa, candidato a começar diante da Sérvia a partir das 15 horas (de Brasília) de quarta-feira, no Estádio do Spartak.



Suíça encaminhou a classificação às oitavas de final (Foto: Patrick HERTZOG/AFP)

A Suíça conquistou um belo resultado nesta sexta-feira. Diante da Sérvia, foi ao intervalo da partida perdendo por 1 a 0, mas conseguiu a virada no segundo tempo e encaminhou a classificação às oitavas de final da Copa do Mundo da Rússia, já que enfrenta a lanterna e já eliminada Costa Rica na rodada final da fase de grupos. A situação é favorável, mas não é motivo para empolgação dos jogadores, que mantêm os pés no chão para a partida decisiva.

“São só três jogos na fase de classificação, então todo jogo é um jogo-chave. Conseguimos um resultado muito bom contra o Brasil. Hoje vencemos e demos um bom passo pela vaga. Mas ainda não acabou. Temos que ter cuidado contra a Costa Rica”, afirmou o lateral e capitão Stephan Lichtsteiner. “É difícil jogar contra a Costa Rica. Eles têm um bom time, deram bastante trabalho para a Sérvia e para o Brasil. Será uma partida complicada”, finalizou.

“Nosso grupo é complicado, jogamos contra equipes difíceis, e será mais um jogo difícil contra a Costa Rica. Temos que jogar da nossa maneira até o fim. O Brasil passou sufoco contra eles até o final. Sabemos como eles jogarão. Temos que ir com confiança, espero que nosso time jogue como jogou no segundo tempo hoje. Assim, tenho certeza de que conseguiremos um resultado positivo”, completou Xherdan Shaqiri, o “cara do jogo” nesta sexta.

A Suíça foi a quatro pontos com o triunfo, assumindo a vice-liderança do Grupo E. A primeira colocação pertence ao Brasil, com os mesmo quatro pontos. A Sérvia, com três, ocupa a terceira posição, à frente apenas da Costa Rica, última colocada, com pontuação zerada.

A rodada decisiva da chave será disputada na próxima quarta-feira, às 15h (no horário de Brasília). A partida entre suíços e costarriquenhos será realizada em Nizhny Novgorod. Já em Moscou, os sérvios têm missão complicada contra a Seleção Brasileira e precisam vencer de qualquer maneira para seguirem vivos no Mundial.

 

 

 




Na última sexta-feira, Xherdan Shaqiri não só manteve viva as esperanças da Suíça na Copa do Mundo, como deixou a seleção europeia em plenas condições de confirmar na última rodada da fase de grupos a classificação para as oitavas de final. Decisivo com o gol que deu a vitória contra a Sérvia por 2 a 1, o atacante revelou ter a inspiração em um atacante brasileiro: Ronaldo ‘Fenômeno’.

Em entrevista ao site The Players Tribune, o atacante do Stoke City dissecou sua vida, suas experiências no futebol e toda sua carreira. Em dado momento, quando abordava sobre Mundiais e ídolos, o jogador nascido em Kosovo e naturalizado suíço revelou a idolatria por Ronaldo e contou um fato curioso sobre sua torcida pela Seleção Brasileira.

Shaqiri marcou o gol decisivo da vitória da Suíça sobre a Sérvia (Foto: OZAN KOSE/AFP)

“Ronaldo foi meu ídolo. O Ronaldo original, camisa nove. A maneira com a qual jogava era mágica para mim”, disse o camisa 23 da Suíça. “Durante a final da Copa do Mundo de 98, quando ele se machucou e o Brasil perdeu para a França, eu estava chorando e chorando porque estava muito triste por ele”, ressaltou.

“Meu sétimo aniversário era três meses depois da Copa do Mundo da França, e eu ficava falando para minha mãe todos os dias que tudo o que eu queria, que eu mais sonhava, era a camiseta amarela do Ronaldo. Um dia minha mãe me deu uma caixa. Eu abri e era a camisa amarela do Ronaldo. Só que daquelas que você compra no mercado. Eu acho que nem tinha um distintivo, mas isso não importava para mim. Foi como o dia mais feliz da minha vida”, contou Shaqiri.

Além do aspecto futebolístico, Ronaldo teve sua carreira marcada, em 2002, pelo corte de cabelo “cascão” que ficou mundialmente reconhecido. O atacante da Suíça, aliás, revelou que foi um dos garotos da época a repetir o estilo, apesar das brincadeiras e da estranheza que causou nos pais e nos colegas da escola.

“Lembro-me que, quatro anos depois, quando Ronaldo apareceu na Copa do Mundo de 2002 com aquele corte triangular, fui ao cabeleireiro e disse para ele me fazer aquele corte. Mas eu tinha cabelo loiro encaracolado na época, então era uma loucura. Eu apareci na escola e todas as crianças estavam olhando para mim de forma estranha, como quem não entendesse o que diabos eu tinha feito. Eu não me importei. Eu estava apenas sendo eu”, comentou Shaqiri.



Para Diego Armando Maradona, a decepcionante campanha da Argentina na Copa do Mundo tem seus culpados muito bem definidos: Jorge Sampaoli e a Associação de Futebol Argentino (AFA). Campeão mundial em 1986, o ex-jogador criticou o trabalho do técnico e atribuiu a derrota por 3 a 0 para a Croácia à entidade que regula o futebol de seu país.

“Tenho uma raiva que não pode ser transmitida e uma grande raiva interior, porque ele que vestiu essa camisa não pode vê-la golpeada por uma equipe croata que não é a Alemanha, não é o Brasil, não é a Holanda, não é a Espanha. Essa é a verdade”, lamentou o craque argentino.

Presente no estádio em que ocorreu o revés para a Croácia, Maradona ressaltou que o episódio “tem um culpado e ele é o presidente da Associação de Futebol Argentino”, disse, em referência a Claudio Tapia. “A AFA é dirigida por pessoas que não sabem nada de futebol”, condenou.

Sobre Sampaoli, Maradona questionou os métodos de trabalho. Disse que “todo mundo” acreditava que ele iria resolver os problemas da seleção “com os computadores, com os drones, com 14 assistentes, com 25 sparrings”. “A Argentina não sabe como jogar, não tem solução para nada. Ou seja, tanto no meio-campo, defesa ou no ataque, a Argentina não criou uma barreira, não ganhou as divididas, não teve a bola”, avaliou, em alusão à atuação diante da Croácia.

Maradona, contudo, eximiu Lionel Messi de qualquer culpa pela má campanha do time alviceleste no Mundial. “Leo jogou como poderia jogar. É difícil resolver os problemas dos companheiros de equipe”, argumentou.

O ex-atacante disse ainda que o triunfo da Nigéria sobre a Islândia abriu “uma oportunidade a mais”, porém voltou a questionar. “O problema não é a Nigéria. O problema somos nós”, sentenciou.

Por fim, Maradona cogitou se reunir com o elenco argentino junto a outros jogadores históricos, como Claudio Caniggia, Daniel Passarella e Jorge Valdano, para ter uma conversa a fim de “saber a capacidade deles para assimilar o que é vestir a camisa nacional”.

Para avançar às oitavas de final, a Argentina precisa vencer a Nigéria e a Islândia não derrotar a Croácia. As duas partidas estão marcadas para a próxima terça-feira, às 15 horas (de Brasília).



Matic não joga a toalha por classificação às oitavas de final (Foto: Attila KISBENEDEK/AFP)

A Sérvia foi do céu ao inferno em questão de minutos nesta sexta-feira. Pela segunda rodada do Grupo E da Copa do Mundo da Rússia, contra a Suíça, foi ao intervalo vencendo por 1 a 0, resultado que garantia a seleção na próxima fase do torneio. No entanto, os adversários viraram o jogo para 2 a 1, frustrando o plano dos sérvios e obrigando-os a vencerem a última partida da fase de grupos, contra o Brasil, para se manterem vivos no Mundial.

Após o apito final, o meia Nemanja Matic repetiu o discurso do técnico Mladen Krstajic, reconhecendo a difícil missão que a seleção sérvia terá de cumprir na última rodada, mas mantendo a esperança por uma vitória contra os brasileiros.

“É muito difícil, porque vamos enfrentar o Brasil. Eles são um dos melhores times do mundo, então será difícil. Mas no futebol tudo é possível”, frisou o jogador, já projetando o confronto. “Temos tempo para pensar. Conhecemos as qualidades deles. Eles não podem esconder nada, pois os conhecemos bem. Claro que eles também nos conhecem. Como eu disse, será difícil. Eles têm qualidades individuais, ótimos jogadores, um dos melhores do mundo, que é o Neymar. Vai ser difícil, mas sabemos das nossas qualidades e vamos tentar sair orgulhosos dessa partida”, completou.

Se quiser se classificar, contra a Seleção Brasileira, a Sérvia não poderá correr os mesmos riscos que correu contra a Suíça. O time deixou muitos espaços para contra-ataques e acabou levando o segundo gol nos minutos finais do jogo. Elogiando a atuação da equipe, Matic lamentou o resultado.

“Perder é sempre difícil. Fizemos boa partida, tivemos chances de fazer o segundo gol. Também tivemos um pênalti que o árbitro não viu, ou não quis ver. Mas de qualquer forma estamos tristes pela derrota. A Suíça tem um bom time, jogou bem, lutou bastante. Foi um jogo bom para os torcedores, interessante. Mas infelizmente perdemos”, afirmou.

Pelo Grupo E, Sérvia e Brasil se encontram decisivo na próxima quarta-feira, a partir das 15h (no horário de Brasília), em Moscou. No mesmo dia e horário, a Suíça entra em campo para enfrentar a Costa Rica, em Nizhny Novgorod. Os sérvios ocupam a terceira posição, com três pontos ganhos, um a menos que os brasileiros, em primeiro, e os suíços, segundos. Os costarriquenhos, na lanterna, com pontuação zerada, já estão eliminados e apenas se despedem da Copa.

 



Mohamed Salah ao lado do líder checheno Ramzan Kadyrov (Foto: Karim Jaafar/AFP)

Mohamed Salah pode não ter feito uma Copa do Mundo dos sonhos, porém, ainda assim, foi digno de honrarias por parte de Ramzan Kadyrov, chefe da República da Chechênia. O craque do Liverpool recebeu o título de “cidadão honorário” checheno em jantar da delegação egípcia com o líder local nesta sexta-feira.

Essa não é a primeira vez que Salah e Kadyrov aparecem juntos. Às vésperas da estreia na Copa do Mundo, contra o Uruguai, o camisa 10 foi fotografado mãos dadas com o líder checheno, fato que gerou grande repercussão negativa por parte dos defensores dos direitos humanos, já que o político é acusado de violar a liberdade de seu povo na região em que atua com o apoio do presidente russo Vladimir Putin.

A seleção egípcia, no entanto, parece não ver qualquer problema em associar sua imagem à de Kadyrov. Antes de viajarem rumo a Volgogrado para sua partida de despedida nesta Copa do Mundo, contra a Arábia Saudita, os Faraós foram recepcionados com um jantar em Grozny, onde estão hospedados.

A escolha da base egípcia na Copa do Mundo, inclusive, foi um tanto quanto inusitada. O time africano apostou em um local distante das cidades-sede do Mundial para evitar uma cobertura excessiva por parte da imprensa. Outro fator que contribuiu na escolha de Grozny foi o fato de a região ser composta em sua maioria por muçulmanos.



Em seu segundo jogo na Copa do Mundo 2018, a Seleção Brasileira venceu, nessa sexta, a Costa Rica pelo placar de 2 a 0 e gerou muitos comentários dos fãs de esporte no Twitter em todo o mundo. Autor do último gol brasileiro da partida, Neymar foi o jogador mais mencionado em tweets globalmente, seguido por Philippe Coutinho, o técnico Tite e o atleta Douglas Costa. No primeiro jogo, o camisa 10 também protagonizou o ranking de mais comentados; Tite e Coutinho também fizeram parte da lista.

O gol marcado por Phillippe Coutinho às 10h48 (de Brasília), já nos acréscimos do segundo tempo, foi o momento mais comentado na plataforma globalmente, seguido pelo gol de Neymar, às 10h55, e pelo final da partida, às 10h57.

Nigéria 2 x 0 Islândia
A vitória da Nigéria sobre a Islândia também gerou grande repercussão no Twitter. O momento de maior pico de comentários sobre a partida na plataforma aconteceu às 13h34, quando o nigeriano Ahmed Musa marcou seu segundo gol no jogo, deixando o placar em 2 a 0 a favor de sua equipe. O primeiro gol de Musa, às 13h08, e o final da partida, às 13h56 foram os outros dois maiores destaques. Entre os mais mencionados na plataforma, Musa lidera a lista, seguido por seu companheiro Alexander Iwobi, pelo islandês Gylfi Sigurdsson e o nigeriano Victor Moses.

Sérvia 1 x 2 Suíça
O segundo gol da disputa entre Sérvia e Suíça, marcado pelo suíço Xherdan Shaqiri, aos 44 minutos do segundo tempo (16h48), gerou o maior pico de comentários sobre a partida no Twitter no mundo. Em seguida, o empate da Suíça após gol de Xhaka, às 16h10, e o final do jogo, às 16h54, com vitória para a Suíça. Os jogadores que protagonizaram as conversas sobre a partida foram os suíços Granit Xhaka e Xherdan Shaqiri e os servos Aleksandar Mitrovic e Sergej Milinkovic-Savic.