Brasil tem boa lembrança da Bolívia, primeiro adversário da Copa América - Gazeta Esportiva
Copa América Copa América

Rival da estreia na Copa América deste ano, a Bolívia traz boas lembranças ao Brasil quando o assunto é o torneio sul-americano. O grande duelo entre ambos na história da competição foi a final da edição de 1997, quando os canarinhos deram a volta olímpica sobre o então anfitrião escrete boliviano.

Naquela noite de 29 de junho de 1997 o Brasil, dirigido por Zagallo, perdeu Romário, vetado em um teste de vestiário. Coube a Edmundo fazer dupla com Ronaldo. E foi o Animal que abriu o marcador no primeiro tempo. A Bolívia tinha a melhor geração de sua história, com o craque El Diablo Marco Antonio Etcheverry com a camisa 10 e no comando de ataque seu Platini, Erwin Sánchez, que decretou a igualdade antes do intervalo.

Reprodução da página 16 da Gazeta Esportiva de 30 de junho de 1997, que traz o título “Brasil, campeão invicto” (Foto: Acervo/Gazeta Press)

No segundo tempo, mesmo com a altitude, o Brasil mostropu fôlego e Ronaldo e Zé Roberto decretaram a vitória. Muito criticado pelo seu trabalho, principalmente pela imprensa paulista, Zagallo desabafou depois do jogo com uma histórica frase: “Vocês vão ter que me engolir”.

FICHA TÉCNICA
BOLÍVIA 1 X 3 BRASIL

Local: Estádio Hernando Siles, em La Paz (Bolívia)
Data: 29 de junho de 1997 (Domingo)
Público: 46 mil presentes
Árbitro: Jorge Nieves (Uruguai)
Assistentes: Carlos Velázquez (Uruguai) e Javier Campos (Chile)
Cartões amarelos: Luis Héctor Cristaldo e Erwin Sánchez (IBolívia) e Mauro Silva (Brasil)
Gols:
BOLÍVIA: Erwin Sánchez aos 44 minutos do 1º Tempo
BRASIL: Edmundo aos 39 minutos do 1º Tempo e Ronaldo aos 33 e Zé Roberto aos 44 minutos do 2º Tempo

BOLÍVIA: Carlos Leonel Trucco, Oscar Carmelo Sánchez, Juan Manuel Peña e Marco Antonio Sandy; Vladimir Soria, Luis Héctor Cristaldo, Sergio Rogerio Castillo, Julio César Baldiviezo e Marco Antonio Etcheverry; Erwin Sánchez e Jaime Moreno (Milton Coimbra)
Técnico: Antonio López

BRASIL: Taffarel, Cafu, Aldair, Gonçalves e Roberto Carlos; Dunga, Flávio Conceição (Zé Roberto), Leonardo (Mauro Silva) e Denilson; Edmundo (Paulo Nunes) e Ronaldo
Técnico: Zagallo

Já sob o comando de Tite, o Brasil fez seu último jogo contra a Bolívia em solo brasileiro em outubro de 2016, pelo primeiro turno das Eliminatórias, na Arena das Dunas, em Natal (RN). Um jogo sem sustos e uma goleada de 5 a 0. Naquela ocasião, Neymar, Philippe Coutinho, Filipe Luís, Gabriel Jesus e Roberto Firmino anotaram os gols do confronto.

FICHA TÉCNICA:
BRASIL 5 X 0 BOLÍVIA

Local: Arena das Dunas, em Natal (RN)
Data: 6 de outubro de 2016 (Quinta-feira)
Árbitro: Wilson Lamouroux (Colômbia)
Assistentes: Alexander Guzman (Colômbia) e Eduardo Díaz (Colômbia)
Cartões amarelos: Neymar (Brasil) e Melean e Azogue (Bolívia)
Gols:
BRASIL: Neymar aos 10, Philippe Coutinho aos 25, Filipe Luís aos 38 e Gabriel Jesus aos 43 minutos do 1º Tempo e Roberto Firmino aos 29 minutos do 2º Tempo

BRASIL: Alisson, Daniel Alves, Marquinhos, Miranda e Filipe Luís; Fernandinho, Giuliano (Lucas Lima), Renato Augusto, Philippe Coutinho e Neymar (Willian); Gabriel Jesus (Roberto Firmino)
Técnico: Tite

BOLÍVIA: Lampe, Rodriguez, Ronald Raldes, Edward Zenteno e Marvin Bejarano; Melean, Azogue, Jhasmani Campos (Vaca) e Arce (Ramallo); Yasmani Duck (Pablo Escobar) e Marcelo Moreno
Técnico: Ángel Guillermo Hoyos

Gabriel Jesus brilhou na vitória do Brasil sobre a Bolívia, pelas Eliminatórias (Foto: Pedro Martins/MoWA Press)

A Seleção Brasileira tem grande vantagem no confronto com a seleção da Bolívia. Já foram disputadas 29 partidas entre as equipes principais dos dois países. E a vantagem brasileira é muito grande. São 20 vitórias, quatro empates e cinco vitórias bolivianas. O Brasil marcou 96 gols e sofreu apenas 25.

Em 1949, o Brasil aplicou a maior goleada do confronto, marcando 10 a 1, durante o Campeonato Sul-Americano, disputado no Rio de Janeiro.

O último encontro foi pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018 e aconteceu em outubro de 2017 no Estádio Hernando Siles, em La Paz, na Bolívia. Já classificado o Brasil tirou o pé e não passou de um empate sem gols.

FICHA TÉCNICA
BOLÍVIA 0 X 0 BRASIL

Local: Estádio Hernando Siles, em La Paz (Bolívia)
Data: 5 de outubro de 2017 (Quinta-feira)
Horário: 17h(de Brasília)
Árbitro: Fernando Rappalini (Argentina)
Assistentes: Diego Bonfá e Gabriel Chade (ambos da Argentina)
Cartão amarelo: Valverde (Bolívia)

BOLÍVIA: Lampe, Bejarano, Valverde, Raldes e Gutiérrez; Justiniano (Castro), Morales, Arce (Saucedo), Fierro (Álvarez) e Machado; Marcelo Moreno
Técnico: Ángel Guillermo Hoyos

BRASIL: Alisson; Daniel Alves, Thiago Silva (Marquinhos), Miranda e Alex Sandro; Casemiro, Paulinho (Fernandinho), Philippe Coutinho (Willian), Renato Augusto e Neymar; Gabriel Jesus
Técnico: Tite

Durante a partida entre Bolivia e Brasil realizada no Estadio Hernando Siles em La Paz na Bolivia, pela decima setima rodada das eliminatorias sul-americanas para a Copa da Russia de 2018.

Relação de jogos

22/07/1930 – Brasil 4 x 0 Bolívia – Estádio Centenário (Montevidéu, Uruguai)
28/01/1945 – Brasil 2 x 0 Bolívia – Estádio Nacional (Santiago, Chile)
16/01/1946 – Brasil 3 x 0 Bolívia – Gasómetro de Boedo (Buenos Aires, Argentina)
10/04/1949 – Brasil 10 x 1 Bolívia – Pacaembu (São Paulo, Brasil)
01/03/1953 – Brasil 8 x 1 Bolívia – Estádio Nacional (Lima, Peru)
21/03/1959 – Brasil 4 x 2 Bolívia – Monumental de Núñez (Buenos Aires, Argentina)
31/03/1963 – Bolívia 5 x 4 Brasil – Estádio Félix Capriles (Cochabamba, Bolívia)
27/05/1973 – Brasil 5 x 0 Bolívia – Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
14/07/1977 – Brasil 8 x 0 Bolívia – Estádio Pascual Guerrero (Cáli, Colômbia)
26/07/1979 – Bolívia 2 x 1 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
16/08/1979 – Brasil 2 x 0 Bolívia – Morumbi (São Paulo, Brasil)
22/02/1981 – Bolívia 1 x 2 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
22/03/1981 – Brasil 3 x 1 Bolívia – Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
02/06/1985 – Bolívia 0 x 2 Brasil – Ramón Aguilera (Santa Cruz de la Sierra, Bolívia)
30/06/1985 – Brasil 1 x 1 Bolívia – Morumbi (São Paulo, Brasil)
09/07/1991 – Brasil 2 x 1 Bolívia – Sausalito (Viña del Mar, Chile
25/07/1993 – Bolívia 2 x 0 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
29/08/1993 – Brasil 6 x 0 Bolívia – Arruda (Recife, Brasil)
29/06/1997 – Bolívia 1 x 3 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
03/09/2000 – Brasil 5 x 0 Bolívia – Maracanã (Rio de Janeiro, Brasil)
07/11/2001 – Bolívia 3 x 1 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
31/01/2002 – Brasil 6 x 0 Bolívia – Serra Dourada (Goiânia, Brasil)
05/09/2004 – Brasil 3 x 1 Bolívia – Morumbi (São Paulo, Brasil)
09/10/2005 – Bolívia 1 x 1 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
10/09/2008 – Brasil 0 x 0 Bolívia – Engenhão (Rio de Janeiro, Brasil)
11/10/2009 – Bolívia 2 x 1 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)
06/04/2013 – Bolívia 0 x 4 Brasil – Ramón Aguilera (Santa Cruz de la Sierra, Bolívia)
06/10/2016 – Brasil 5 x 0 Bolívia – Arena das Dunas (Natal, Brasil)
05/10/2017 – Bolívia 0 x 0 Brasil – Hernando Siles (La Paz, Bolívia)



A sede da Copa América de futsal está definida. Nesta terça-feira, a Conmebol anunciou que o torneio será realizado no Paraguai.

Antes, o local escolhido para a disputa era o Rio de Janeiro, no Parque Olímpico, mas a decisão foi repensada dado o aumento de casos de covid-19 no país.

”A Diretoria de Competições e Operações informou que, em decorrência das restrições sanitárias vigentes no Brasil até o momento em decorrência da pandemia covid-19, a Conmebol Copa América de Futsal 2022 mudou de sede e será disputada no Paraguai”, informou a Conmebol em seu site oficial.

A data para a disputa da competição, porem, está mantida. A bola rola entre os dias 29 de janeiro e 6 de fevereiro, e a chegada das equipes ao Paraguai está prevista para o dia 27 de janeiro.

A Conmebol informou ainda que, nos próximos dias, dará mais detalhes sobre a realização do torneio.



Alisson terá na sua lista, nesta quinta-feira, a marca de 50 jogos pela Seleção Brasileira. Desde sua primeira convocação em 2015, o goleiro titular da equipe lembra o título da Copa América como o momento mais importante de sua trajetória.

“É um prazer completar 50 jogos com a camisa da Seleção Brasileira. A gente sempre fala isso e pode parecer meio clichê, mas cada jogo é sempre muito especial. Sempre foi um sonho vestir essa camisa”, disse em entrevista coletiva.

“Talvez o jogo mais importante (com a Seleção) foi a final da Copa América, que deu a possibilidade para mim e para os meus companheiros de conquistar um título. Com certeza o momento marcou muito”, completou.

Em 2019, a Seleção Brasileira despachou a Argentina na semifinal da Copa América, no Mineirão, e mais tarde levou o título do torneio diante do Peru. 

No jogo contra os rivais argentinos, Alisson lembrou de uma das defesas mais importantes com a camisa da Canarinho. 

“É muito difícil escolher uma defesa, mas jogos clássicos eu gosto muito. Jogos contra a Argentina, jogos importantes. Um jogo que vem a minha memória é a semifinal na Copa América. A defesa da falta do Messi acho que é uma das defesas que eu mais gosto pela dificuldade dela e a maneira que eu consegui executar”, declarou o goleiro. 

Alisson foi convocado pela primeira vez para defender o Brasil quando ainda atuava no Internacional. O convite foi feito em agosto de 2015 pelo técnico Dunga para os confrontos contra Costa Rica e Estados Unidos, que estavam marcados para o começo de outubro.

O Brasil encara a Colômbia nesta quinta, às 21h30 (de Brasília), na Neo Química Arena, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. Em campo, Alisson retorna e marca presença, já que foi reserva no último compromisso contra o Uruguai.



Após as competições continentais de seleções realizadas entre junho e julho deste ano, o ranking da Fifa teve atualizações referentes ao desempenho dos times nos torneios.

A Seleção Brasileira, vice da Copa América, ultrapassou a França, eliminada nas oitavas de final da Eurocopa, e assumiu a segunda colocação da lista. A liderança continua com a Bélgica, que chegou até as quartas de final do torneio europeu.

Campeã da América do Sul, a Argentina subiu duas posições, ficando em sexto. A Itália, por sua vez, vencedora na Europa, também alavancou duas colocações, figurando em quinto.

Ainda vale destacar os Estados Unidos e Catar. Os americanos, campeões da Copa Ouro, subiram dez posições, ficando em décimo. Já o país do Oriente Médio, anfitrião da próxima Copa do Mundo  e que disputou a competição da América Central e do Norte, chegando até a semifinal, elevou 16 colocações, figurando agora em 42º.

Confira o Top 10 do ranking da Fifa: 

1: Bélgica (1.822)
2: Brasil (1.798)
3: França (1.762)
4: Inglaterra (1.753)
5: Itália (1.745)
6: Argentina (1.714)
7: Espanha (1.680)
8: Portugal (1.662)
9: México (1.658)
10: Estados Unidos (1.648)



A última Copa América marcou o primeiro título de Lionel Messi com a seleção argentina, quebrando um jejum de anos da albiceleste. Parceiros na última década pelo Barcelona, Ronaldinho Gaúcho revelou um misto de sensações pela conquista hermana diante do Brasil.

Em conversa com o streamer espanhol Ibai Llanos, Ronaldinho revelou ter ficado triste e feliz ao mesmo tempo com o desfecho da Copa América.

“Fiquei triste porque o Brasil perdeu. Ainda assim, muito, muito feliz por Messi – faltava isso para ele, ganhar um título com a seleção argentina”, comentou o ex-jogador.

“Foi algo que me deixou muito contente. Ver meus amigos felizes é algo que me deixa feliz também”, completou.

A Argentina ganhou a final diante do Brasil por 1 a 0, com gol anotado por Di María. No entanto, Messi foi peça fundamental para que a albiceleste chegasse até a decisão.

Além do primeiro título de Messi com a Argentina, a seleção quebrou um jejum de 28 anos sem conquistas.




A Conmebol divulgou nesta terça-feira a seleção da Copa América, que reuniu os melhores jogadores da competição, na qual a Argentina foi campeã. Os brasileiros Neymar, Marquinhos e Casemiro estão no “11 de gala”.

Pela campeã Argentina, Messi, De Paul, o zagueiro Romero e o goleiro Martínez foram selecionados entre os melhores. O lateral-direito chileno Isla, do Flamengo, foi eleito como o melhor lateral-direito da competição.

A seleção da Copa América de 2021 ficou com: Martínez (ARG), Isla (CHI), Romero (ARG), Marquinhos (BRA), Estupiñan (EQU), Casemiro (BRA), De Paul (ARG), Yotún (PER), Messi (ARG), Neymar (BRA) e Díaz (COL).

A Argentina venceu a competição após vencer o Brasil por 1 a 0 na grande final, no Maracanã.



No último sábado, a Seleção Brasileira foi derrotada pela Argentina por 1 a 0, em pleno Maracanã, e ficou com o vice-campeonato da Copa América, a pouco mais de um ano para a Copa do Mundo. Em participação no programa Arena SBT, o capitão do penta, Cafu, opinou sobre a equipe de Tite, fazendo uma comparação com o time de 2002 e afirmando que falta disciplina tática.

 

“É dependente do Neymar, é verdade. Dependemos quase que 80% do que o Neymar faz em campo. O Neymar vai ser bom se a seleção jogar para ele, e a seleção vai ser boa se o Neymar jogar para a seleção. Em 2002, jogávamos para o Ronaldo e para o Rivaldo, o (Ronaldinho) Gaúcho jogava para os dois também, cada um sabia o que fazer. Eu sabia que na Copa não ia ser melhor que eles, mas na minha posição eu ia ser o melhor. São pequenos ajustes para que a seleção possa jogar como seleção. Falta disciplina tática, só isso”, ressaltou o ex-lateral-direito.

Cafu também afirmou que perder para a Argentina “pode acontecer” e que vê a Seleção “com bons olhos”.

“Perder para a Argentina pode acontecer. Você perdeu para uma seleção de tradição, que já foi campeã, não perdeu para qualquer seleção dentro do Maracanã. Se perde para Peru, Venezuela ou Bolívia, com todos respeitos a essas seleções, mas aí poderia falar que a seleção brasileira é um total desastre. Mas vejo a seleção com bons olhos”, afirmou Cafu.

A Seleção Brasileira volta a campo no dia 2 de setembro, contra o Chile, fora de casa, pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. O time de Tite lidera o torneio, com 100% de aproveitamento em seis jogos.



Os jogadores da Seleção Brasileira ainda digerem a amarga derrota sofrida para a Argentina na final da Copa América, realizada no Maracanã. Nesta segunda-feira, o capitão Thiago Silva usou suas redes sociais para parabenizar os rivais argentinos, mas alfinetou brasileiros que torceram contra a Seleção.

”Fé para nunca desistir, força para sustentar as dificuldades e foco para atingir seus objetivos. Parabéns ao nosso rival pela conquista! Agora o momento de recarregar as baterias e voltar mais forte. Para aqueles que torceram e sofreram com a gente fica aqui o meu muito obrigado! Que Deus abençoe”, começou a publicação.

”E para aqueles que torceram contra, espero que estejam contentes! Porém, depois não venham se fazer de amigos pra conseguir seja lá qual for a sua intenção (entrevistas, ingressos para levar filhos e amigos nos jogos, camisas ou fotos)”, encerrou.

O Brasil foi derrotado por 1 a 0 pela seleção argentina com gol de Di María. Antes da partida, houve um movimento de brasileiros que declararam torcida para o time estrangeiro, o que causou insatisfação em grande parte dos jogadores da Seleção.



A derrota da Seleção Brasileira para a Argentina na final da Copa América, neste sábado, gerou reclamações sobre o trabalho de Tite como técnico. Campeão Mundial em 1994, o ex-jogador Romário, em entrevista à Rádio Bandeirantes, criticou o treinador e pediu troca no comando técnico da equipe.

“Nós estamos próximos de uma Copa do Mundo. Será muito difícil colocar um treinador que possa dar uma cara diferente, taticamente falando. Mas é muito difícil ter de seguir com o Tite. O Tite está definido em um esquema de jogo que não está dando resultado”, disse.

Para Romário, Pep Guardiola, treinador do Manchester City, seria a melhor opção para o cargo.

“Seria o Guardiola. Principalmente se o Guardiola imprimir aqui a sua marca da forma como seus times jogam”, completou.

Por fim, o ex-atleta afirmou que a Seleção é muito dependente de Neymar.

“Nós temos grandes jogadores? Temos. Mas a forma que a seleção joga é muito estranha. E, para mim, isso atrapalha muito o jeito do Neymar jogar. Nossa seleção fica muito na dependência dele. O futebol de hoje não tem mais a condição de um jogador sozinho fazer a diferença, se não tiver do lado mais dois ou três”, encerrou.



A Argentina derrotou o Brasil por 1 a 0 pela final da Copa América em pleno Maracanã no último sábado. Neste domingo, Neymar, camisa 10 da Seleção Brasileira, sem esconder sua chateação com o resultado, usou suas redes sociais para exaltar a conquista de Messi, seu companheiro nos tempos de Barcelona, que venceu seu primeiro título com a Seleção Argentina.

”Perder me machuca, me dói … é coisa que eu ainda não aprendi a conviver. Ontem quando perdi, fui dar um abraço ao maior e melhor da história que eu vi jogar. Meu amigo e irmão Messi, fiquei triste e falei pra ele “você me ganhou” fico triste demais por ter perdido. Mas esse cara é f…”, escreveu Neymar.

”Tenho um respeito muito grande pelo o que ele fez pelo futebol e principalmente por mim. Odeio perder! Mas desfrute do seu título, o futebol te esperava por esse momento! Parabéns hermano”, disse o brasileiro.

Messi terminou a Copa América liderando a artilharia da competição com quatro gols marcados. Agora, o craque argentino se redime após ter perdido três finais do torneio em sua carreira. Em 2007, para o Brasil, e em 2015 e 2016 para o Chile.