Thomas Muller ironiza assédio sobre PSG: "Muita badalação"

Imagem ilustrativa para a matéria
Thomas Muller saiu do banco de reservas na partida contra o PSG (Foto: Christof STACHE/AFP)

A vitória por 3 a 1 sobre o Paris Saint-Germain não garantiu a liderança do grupo ao Bayern de Munique, mas já foi suficiente para as primeiras desconfianças em relação ao elenco parisiense. Quem fez questão de tornar a opinião pública foi Thomas Muller, que pediu menos holofotes ao time francês e um tratamento mais fiel ao que Neymar e companhia desempenham em campo.

Leia mais: PSG cai diante do Bayern, mas avança como líder na Liga dos Campeões

"É claro que eles possuem grande jogadores no ataque, mas vocês (jornalistas) precisam ter calma para não exagerarem nos elogios e ficarem fazendo uma badalação como essa", disse Muller. "Ganhamos por 3 a 1 e mesmo com algumas chances do PSG não dá para dizer que foram melhores que nós, nem foram dominantes como dizem. Ainda somos o Bayern", completou.

No duelo entre as equipes em Paris, o time alemão ainda tinha Carlo Ancelotti no banco de reservas. Naquela oportunidade, o PSG venceu por 3 a 0 e causou a demissão do comandante italiano. Desde então, os bávaros anunciaram Jupp Heynckes, que recolocou o time na liderança do campeonato nacional e classificou para a segunda fase da Liga dos Campeões.

Thomas Muller fez questão de usar como exemplo o primeiro embate entre as equipes para explicar a "supervalorização" do time francês. "Quando nos enfrentamos em Paris foi 3 a 0, mas tivemos a estatística de 18 escanteios contra apenas um deles e querem vender a ideia de que o PSG possui alguma fórmula mágica ou alguma coisa assim", ressaltou o atacante alemão, capitão no duelo da última terça-feira.

 

 

Conteúdo Patrocinado