Brasil tentará quebrar tabu histórico na estreia do basquete contra a Austrália

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Seleção Brasileira já enfrentou a Austrália seis vezes, mas nunca venceu (Foto: Divulgação/CBB)
Seleção Brasileira já enfrentou a Austrália seis vezes, mas nunca venceu (Foto: Divulgação/CBB)

Seleção Brasileira já enfrentou a Austrália seis vezes, mas nunca venceu (Foto: Divulgação/CBB)

A Seleção Brasileira de basquete feminino terá uma verdadeira pedreira em sua estreia nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, A equipe comandada por Antonio Carlos Barbosa irá enfrentar a Austrália, que desde 1996 figura no pódio da modalidade. O Brasil já enfrentou o rival em seis oportunidades e foi derrotado em todas, a última delas em Londres, quando ficou próximo de quebrar o tabu, perdendo apenas por seis pontos.

“Há duas maneiras de você enxergar o primeiro jogo, contra a Austrália. O retrospecto é totalmente negativo, a conquista de uma medalha da seleção australiana é dada praticamente como certa, mas não vejo muito assim. É melhor você sair jogando na estreia com aquela equipe que você avalia como uma possível derrota do que jogar com ela no final, tendo que vencer para garantir a classificação à próxima fase. Jogar contra a Austrália é bom por um lado, você quebra o gelo da competição, prepara a equipe para os outros confrontos, então acho que não ficou ruim”, comentou Barbosa.

Há uma dúvida sobre como a Seleção Brasileira irá chegar para a estreia nos Jogos Olímpicos. A equipe conquistou o Sul-Americano na última semana ao vencer as venezuelanas, donas da casa, porém o nível de jogo continental é bem diferente em relação ao que as comandadas de Barbosa irão enfrentar no Rio de Janeiro. Mesmo diante dessa situação o treinador do Brasil tratou de exaltar a técnica de algumas seleções que participaram do torneio, como Argentina, Colômbia e Venezuela.

“Houve um crescimento muito claro entre as seleções. A Argentina sempre fez bons jogos contra o Brasil, houve um crescimento. Surpreendentemente a Colômbia também fez uma boa campanha e a Venezuela vem melhorando de dois anos para cá, contam com meninas que jogam no basquete universitário dos EUA, então a Venezuela está encarando o feminino de uma maneira muito séria. É claro que o jogo, por pior que seja o adversário, já é uma situação diferente de treino. Por mais fraco que seja o adversário, sempre é um teste. As dificuldades que tivemos esse ano de realizar uma programação de jogos mais longa fazem com que se tornem úteis esses jogos, principalmente com essas três seleções sul-americanas”, completou o técnico brasileiro.

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