Ricardo Oliveira e Lucas Lima estão na mira de outras equipes e podem deixar o Peixe em 2017 (Foto: Ivan Storti/ Santos FC)
Nas últimas semanas, o Santos teve três de seus principais jogadores sendo assediados por outras equipes. Além de Thiago Maia, que já recusou a oferta do Zenit, da Rússia, Lucas Lima e Ricardo Oliveira são alvos de China e São Paulo, respectivamente. E para assegurar a permanências do meia e do atacante, a diretoria do Peixe se movimentou rapidamente e já iniciou as negociações para renovar o contrato com os dois atletas.
O caso do artilheiro é o mais simples. Inicialmente, os santistas não pretendiam renovar o vínculo com Oliveira neste momento. Porém, as insistentes investidas do Tricolor do Morumbi fizeram o presidente Modesto Roma mudar de ideia.
O mandatário se reuniu com Augusto Castro, que é empresário do centroavante, na última quarta-feira, no Rio de Janeiro. As negociações estão em andamento e o alvinegro está confiante em garantir a permanência do atacante por pelo menos mais um ano, pois seu contrato atual termina em dezembro de 2017.
Já com Lucas Lima a coisa é mais complicada. Na última quarta-feira, Wagner Ribeiro, que está representando o meia em algumas negociações, afirmou que um clube da China irá oferecer uma proposta "irrecusável" para ele nos próximos dias. O Santos, por sua vez, não pensa em vendê-lo agora, pois acredita que não terá lucro suficiente com o negócio. Afinal, o Peixe tem apenas 10% dos direitos econômicos do atleta.
"Não estou preocupado com o Lucas. Temos só 10%. Acho que ter ele jogando aqui no próximo ano e ganhando a Libertadores pelo Santos já vale os 3 milhões de euros que ganharíamos com a transferência para a China", afirmou o presidente santista Modesto Roma.
Durante a semana, o mandatário também se reuniu com o empresário de Lucas Lima, Edson Khodor, para tratar de uma possível renovação. O meia tem contrato com o clube até dezembro de 2017. Caso ele não seja vendido e também não prorrogue o vínculo, ficará livre para assinar com qualquer equipe, deixando o Santos e a Doyen Sports (que tem 80% de seus direitos econômicos), sem um real.