Apoteose no WCT esconde agonia do surfe de base no Brasil
<p><span style="font-family: arial, helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 14.3999996185303px; letter-spacing: -0.287999987602234px; background-color: #ffffff;">O surfe brasileiro vive uma das piores crises de sua história, mascarada pelo título de Gabriel Medina na última edição do Circuito Mundial (WCT). Nacionalmente, o esporte ainda tem gestão amadora e não consegue atrair patrocinadores, dificultando o desenvolvimento de novos talentos no deserto que a modalidade se tornou dentro do Brasil.</span></p>