Ofuscado por padrasto, pai biológico se orgulha de Medina à distância
<p>Há uma luz acesa no quintal da antepenúltima casa daquela rua de terra batida, relativamente distante da agitação da praia de Maresias, na véspera de Gabriel Medina se tornar o primeiro brasileiro campeão mundial de surfe. Lá dentro, ao escutar a campainha, Claudinho caminha impaciente e pergunta com rispidez antes de abrir apenas uma fresta do portão: “O que vocês querem comigo?”.</p>