Segundo o regulamento vigente, elaborado em 2014, a FIFA só pode bloquear o que seu código denomina "partida internacional" caso os procedimentos corretos não sejam seguidos.
Ainda não há previsão de data para a próxima reunião do grupo de trabalho da federação, onde se espera que sejam analisadas as opiniões das partes interessadas. Mesmo assim, a FIFA planeja ter o protocolo em vigor a partir da próxima temporada.
Apesar do rigor das medidas, o intenso debate pode não terminar entre os clubes e os grupos de torcedores. Mesmo que o plano de transferência dos jogos nacionais ano passado tenha causado indignação generalizada, ligas como La Liga e Serie A estão determinadas a tentar novamente. A Premier League, por sua vez, insiste que não fará transferência de jogos, ainda que haja uma suspeita generalizada de que alguns proprietários americanos tenham interesse de realizar jogos do campeonato nos Estados Unidos.
A UEFA aprovou as partidas, embora tenha manifestado sua relutância e caracterizado a estrutura da FIFA como "não suficientemente clara e detalhada".
O desejo de proteger a Major League Soccer e a US Soccer é crucial para o pensamento da FIFA, pois o mercado americano seria o principal alvo dos clubes se eles tivessem permissão para transferir jogos da liga para o exterior.