Ex-Santos, Geuvânio relata paciência de Luxemburgo em projeto na China

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Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press
Pedido do técnico, Geuvânio afirma que Luxemburgo está calmo na China (Foto:Fernando Dantas/Gazeta Press)

Pedido do técnico, Geuvânio afirma que Luxemburgo está calmo na China (Foto:Fernando Dantas/Gazeta Press)

Mais uma vítima das ofertas do futebol chinês, Geuvânio foi negociado pelo Santos ainda antes do início do Campeonato Paulista para ganhar cerca de R$ 1 milhão mensais no Tianjin Quanjian, time da segunda divisão do futebol chinês.

Morando no país há pouco mais de três meses, o ex-santista mantém contato com brasileiros como Luis Fabiano e Jadson, também contratados pela equipe comandada por Vanderlei Luxemburgo. E é a respeito do técnico que Geuvânio tem tido a maior surpresa, de acordo com o que contou em entrevista à ESPN Brasil.

Nem o idioma, nem a culinária... O que tem despertado a atenção do atacante é a calma com que o sempre enérgico Vanderlei Luxemburgo tem encarado o projeto no futebol chinês, já que nem sempre é fácil passar explicações para os jogadores asiáticos.

“Pelo que eu conheço do professor, está tendo muita paciência com os chineses. É meio complicado para entender a filosofia de trabalho deles, mas ele está tendo paciência para explicar tudo. A paciência dele aqui tem sido impressionante”, elogiou Geuvânio, que afirma que o espírito brasileiro não pode faltar.

“A gente brinca com eles”, conta o brasileiro sobre os diferentes costumes. “Aquela alegria que temos no Brasil não pode faltar aqui também, temos levado o máximo possível para que eles também consigam um melhor futebol. O projeto é grande, todos estão empenhados em levar o time o mais alto possível”, completou.

Depois de um primeiro mês de adaptações, o camisa 11 do Tianjin – que pleiteia vaga na divisão principal da Superliga Chinesa na próxima temporada – conseguiu um tradutor e agora busca decifrar os sentidos de um novo mundo que se abre.

“A experiência está sendo maravilhosa. É a segunda divisão, mas temos a proposta de subir para a primeira, então o tratamento tem sido esse. O primeiro mês foi complicado, ainda estava longe da família. Agora faz três meses que estou aqui, já com um tradutor, e estou bem adaptado aqui, sei os restaurantes que têm para comer”, falou.

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