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Sparks fly from the car as Red Bull's Australian driver Max Verstappen takes part in the qualifying session for the Formula One Australian Grand Prix in Melbourne on March 25, 2017. / AFP PHOTO / SAEED KHAN / -- IMAGE RESTRICTED TO EDITORIAL USE - STRICTLY NO COMMERCIAL USE -- / “The erroneous mention[s] appearing in the metadata of this photo by SAEED KHAN has been modified in AFP systems in the following manner: [Max Verstappen] instead of [Daniel Ricciardo]. Please immediately remove the erroneous mention[s] from all your online services and delete it (them) from your servers. If you have been authorized by AFP to distribute it (them) to third parties, please ensure that the same actions are carried out by them. Failure to promptly comply with these instructions will entail liability on your part for any continued or post notification usage. Therefore we thank you very much for all your attention and prompt action. We are sorry for the inconvenience this notification may cause and remain at your disposal for any further information you may require.”

Consultor da Red Bull acredita em evolução no motor da Renault

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Da Redação 29/03/2017 às 11:24
São Paulo, SP

Uma das grandes decepções até então, desde os testes de pré-temporada até a estreia no Grande Prêmio da Austrália, vem sendo a Red Bull. Surpreendente em 2016 como segunda potência da Fórmula 1, a equipe austríaca ainda não conseguiu se adaptar as mudanças no regulamento de aerodinâmica. Consultor da equipe, o veterano Helmut Marko acredita que o time irá dar um grande salto de desempenho, mas precisa trabalhar duro para isso.

“Ainda há muito trabalho a ser feito. A velocidade na corrida nos fez pensar positivamente, mas do nosso lado ainda tem muito a se fazer, assim como do lado da Renault”, afirmou Marko. A fábrica francesa é a responsável pelo motor usado nos carros da Red Bull.

Red Bull ainda não se encontrou na temporada (Foto: SAEED KHAN/AFP)

Em Melbourne, a Red Bull não teve um desempenho tão bom. Principal nome da equipe no último ano, Daniel Ricciardo teve uma pane elétrica e precisou abandonar a prova na 30ª volta, enquanto Max Verstappen terminou na quinta colocação, 28 segundos atrás do líder Sebastian Vettel.

Mesmo muito distante da Ferrari e da Mercedes na Austrália, Marko acredita que mudanças no carro podem recolocar a Red Bull na briga pela ponta. “Espero que sim, se nós melhorarmos drasticamente nossos chassis também. Nossos engenheiros acham que sim e as simulações também dizem isso”, acrescentou.

A maior expectativa do consultor agora será para o meio do ano, no GP da Espanha, em maio, e do Canadá, em junho, quando, aparentemente, a Renault terá novidades. “Montreal será o maior passo deles. Algo menor virá em Barcelona, mas a maior mudança será em Montreal”, completou Helmut.

Fundada em 2005, a Red Bull teve motores Cosworth e Ferrari, respectivamente, em seus dois primeiros anos na Fórmula 1. Parceira da Renault a partir de 2007, a equipe chegou ao topo três anos depois, com uma parceria entre Sebastian Vettel e Mark Webber que renderia quatro títulos de pilotos (Vettel) e construtora seguidos para o time.

Primeiro colocado nas 24 horas de Le Mans  em 1971, Helmut Marko foi um piloto austríaco que teve sua carreira na F1 interrompida depois de perder a visão do olho esquerdo. Marko corria no GP da França em 1972 quando o carro do brasileiro Emerson Fittipaldi levantou uma pedra que atingiu o olho do austríaco.

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