Juninho tem vínculo com o Palmeiras (Foto: Cesar Greco/Divulgação)
Vinculado ao Palmeiras até 2018, o meia Juninho, aos 20 anos, já acumula algumas lembranças em confrontos contra o Santos. Em 2014, ano em que o Audax alcançou a elite estadual, o atual camisa 10 da equipe de Osasco estreou no profissional do Verdão em jogo na Vila Belmiro.
Neste domingo, Juninho reencontrará o Peixe, agora em uma decisão, após confessar torcida pelo Palmeiras na semifinal. Integrante do grupo campeão da Copa do Brasil, em 2015, o jogador agora pode conquistar seu primeiro título estadual no profissional.
“Na semifinal eu acompanhei o jogo. A gente acaba acompanhando e torcendo pelo Palmeiras não só por ter amigos lá. Passou pela minha cabeça enfrenta-los, queria que eles estivessem na final, não aconteceu. Agora é continuar focado”, comentou o atleta, que ainda evita pensar em um possível retorno ao Alviverde após as finais.
“Tenho muitas lembranças contra o Santos na base, já enfrentei o Gabigol. Minha estreia foi contra o Santos, na Vila. Eu tenho boas e más lembranças. Clássico é equilibrado”, continuou, lembrando alguns confrontos marcantes contra o rival, como sua estreia na Vila Belmiro e o título da Copa do Brasil no Palestra Itália.
Em julho de 2014, na partida que marcou também a estreia do técnico argentino Ricardo Gareca no comando do Verdão, Juninho entrou no segundo tempo para substituir Leandro, mas pouco pode fazer na derrota por 2 a 0. No ano seguinte, entretanto, assistiu do banco de reservas a conquista do título da Copa do Brasil após decisão nos pênaltis.
Os confrontos decisivos contra o Santos, inclusive, podem ser as últimas partidas de Juninho pelo Audax, já que o contrato expira com o fim do estadual. Devendo voltar ao Verdão no meio da temporada, já mencionado por Cuca, o meia destaca que o intercâmbio entre base e profissional no Alviverde e o empréstimo no Paulistão o deixaram mais experiente.
“É um ambiente diferente, querendo ou não. Acho que isso que o Palmeiras fez me ajudou, me amadureceu para chegar no profissional mais tranquilo, mais solto. O que eu mais ganhei acho que foi a experiência”, disse, com elogios a Fernando Diniz. “Eu considero ele como um pai mesmo, porque as vezes a gente fica mais com o time do que com a própria família”, completou.
*especial para Gazeta Esportiva