Washington "Coração Valente" homenageia Éverton Costa em Caxias

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Forçado a abandonar a carreira de jogador de futebol por causa de um problema cardíaco, Éverton Costa foi homenageado neste sábado, antes do duelo entre Caxias e Internacional, válido pelo Campeonato Gaúcho. O dianteiro, que já defendeu o clube grená e também o Colorado, recebeu a camisa 7 de outro ídolo local: o ex-centroavante Washington, popularmente conhecido como Coração Valente, dirigente da representação mandante.

Éverton Costa defendeu o clube de Caxias do Sul entre 2010 e 2011, e as boas atuações em domínio serrano o levaram ao Internacional, onde atuou por empréstimo e conquistou a Copa Libertadores da América, sob o comando de Jorge Fossati e Celso Roth. O dianteiro era o camisa 27 do vitorioso elenco, que também contava com atletas como Guiñazú, Alecsandro, Leandro Damião e Giuliano.

Sob os olhares de Éverton Costa e Washington, o Internacional superou o Caxias, por 2 a 1, e conquistou sua segunda vitória no Campeonato Gaúcho. O tento que garantiu o triunfo colorado veio com o meia Valdívia, nos acréscimos do segundo tempo, em lance polêmico. O cabeceio do jogador pingou nas proximidades da linha, mas foi validado como gol pelo árbitro Diego Almeida Real.

Éverton Costa, que já defendeu Caxias e Internacional, recebeu a camisa 7 de Washington

Éverton Costa, que já defendeu Caxias e Internacional, recebeu a camisa 7 de Washington "Coração Valente" - Credito: Reprodução

O drama de Éverton Costa – O atacante, natural de Ponta Grossa-PR, passou mal na partida do Vasco contra o Resende, válido pela primeira fase da Copa do Brasil, no dia 16 de abril de 2014. Após ser detectada uma arritimia cardíaca, o jogador de 29 anos foi afastado dos gramados e forçado pelos médicos a encerrar a carreira.

O empresário do jogador, Jorge Machado, chegou a afirmar ao SporTV que uma doença de Chagas detectada – e não divulgada – durante sua passagem no Santos foi a principal causadora do problema. Todavia, o departamento de saúde praiano rebateu as acusações: “O diagnóstico dos exames apontou que o atacante não teria restrição para a prática de atividades esportivas e que seria indicada a realização dos mesmos testes a cada seis meses”.

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