O Vasco briga na Justiça para atuar no Maracanã, neste domingo, contra o Atlético-MG pelo Brasileirão. Os cruzmaltinos buscaram o estádio por não poder jogar em São Januário com a presença da torcida.
O clube já cumpriu a punição imposta pelo STJD. No entanto, o Ministério Público ainda mantém São Januário interditado para a torcida. O vice-presidente Carlos Osório criticou a proibição da Justiça.
"Situação insólita. Primeiro a interdição de São Januário em razão de incidentes no jogo contra o Goiás, em 22 de maio. Não tivemos nenhum incidente durante o jogo. Tudo aconteceu depois do apito final. Não tivemos nenhum ferido registrado. Mas o Ministério Público Estadual entendeu por ingressar uma ação no estádio. Um absurdo. Na primeira decisão, o Vasco não podia jogar em São Januário nem com portões fechados. Mas conseguimos reverter. Agora buscamos a liberação total", disse ao SporTV.
O Vasco da Gama recebeu com surpresa e indignação a decisão do Desembargador André Luiz Cidra, proferida na noite desta quarta-feira, 16/8, revertendo a decisão da primeira instância que autorizava o Vasco a mandar seu jogo contra o Atlético-MG, no próximo domingo, no Estádio do… pic.twitter.com/1VlEaCKoO5
— Vasco da Gama (@VascodaGama) August 17, 2023
O dirigente afirmou que busca um entendimento com o Ministério Público para a reabertura do estádio.
"Estamos trabalhando para que haja um acordo. Existe um prejuízo muito grande para o clube e seu entorno. Temos todas as licenças. Já ocorreram vários problemas em jogos nesta temporada, inclusive com um óbito antes da partida entre Palmeiras e Flamengo. Mas só São Januário segue fechado", declarou.
O Vasco teve a liminar cassada para sediar a partida deste fim de semana no Maracanã. O clube recorreu e espera a decisão da Justiça, até esta sexta-feira, para iniciar a venda de ingressos.