Vice-presidente do Vasco reclama de proibição à torcida em São Januário

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Foto: Daniel RAMALHO/VASCO

O Vasco briga na Justiça para atuar no Maracanã, neste domingo, contra o Atlético-MG pelo Brasileirão. Os cruzmaltinos buscaram o estádio por não poder jogar em São Januário com a presença da torcida.

O clube já cumpriu a punição imposta pelo STJD. No entanto, o Ministério Público ainda mantém São Januário interditado para a torcida. O vice-presidente Carlos Osório criticou a proibição da Justiça.

"Situação insólita. Primeiro a interdição de São Januário em razão de incidentes no jogo contra o Goiás, em 22 de maio. Não tivemos nenhum incidente durante o jogo. Tudo aconteceu depois do apito final. Não tivemos nenhum ferido registrado. Mas o Ministério Público Estadual entendeu por ingressar uma ação no estádio. Um absurdo. Na primeira decisão, o Vasco não podia jogar em São Januário nem com portões fechados. Mas conseguimos reverter. Agora buscamos a liberação total", disse ao SporTV.

O dirigente afirmou que busca um entendimento com o Ministério Público para a reabertura do estádio.

"Estamos trabalhando para que haja um acordo. Existe um prejuízo muito grande para o clube e seu entorno. Temos todas as licenças. Já ocorreram vários problemas em jogos nesta temporada, inclusive com um óbito antes da partida entre Palmeiras e Flamengo. Mas só São Januário segue fechado", declarou.

O Vasco teve a liminar cassada para sediar a partida deste fim de semana no Maracanã. O clube recorreu e espera a decisão da Justiça, até esta sexta-feira, para iniciar a venda de ingressos.

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