Protagonistas, Dagoberto e Rafael Silva dedicam título à torcida vascaína

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Sem conquistar o Campeonato Carioca desde 2003, ninguém sofreu mais com o jejum de doze anos no Estadual do que a torcida do Vasco. Neste domingo, no entanto, após a vitória por 2 a 1 sobre o Botafogo, com vantagem construída através de outro triunfo (1 a 0) também no jogo de ida, os cruz-maltinos puderam finalmente comemorar a 23ª conquista do clube na principal competição do Rio de Janeiro. Cientes disso, os atletas fizeram questão de dedicar a conquista aos fãs.

“Fico muito grato pelo fato de o Vasco ter confiado em mim e me trazido para cá. O torcedor vascaíno estava carente disso, estava precisando desse título, e é maravilhoso poder conquistá-lo para eles”, declarou Dagoberto, em entrevista ao Sportv, enquanto apontava para a festa nas arquibancadas do Maracanã.

Contratado em março deste ano, após período encostado no Cruzeiro, Dagoberto recebeu a confiança do treinador Doriva para atuar na reta final do Campeonato Carioca. Titular nas duas semifinais contra o Flamengo e nas duas partidas da decisão contra o Botafogo, o atleta rapidamente cavou seu espaço no time e escreveu seu nome na história com a conquista.

Rafael Silva e Dagoberto, nomes importantes na conquista do Carioca, exaltaram a torcida vascaína após o título

Rafael Silva e Dagoberto, nomes importantes na conquista do Carioca, exaltaram a torcida vascaína após o título - Credito: Marcelo Sadio/Divulgação/Vasco da Gama

Outro protagonista da conquista vascaína foi o jovem atacante Rafael Silva, de 24 anos. Ele marcou o gol da vitória cruz-maltina no jogo de ida e foi o primeiro a balançar as redes no duelo decisivo. Feliz pela conquista, o atleta relembrou a comemoração de seu tento no último domingo, na qual subiu à arquibancada e abraçou torcedores, e revelou o porquê de não tê-la repetido na partida de volta.

“É uma sensação que não dá para explicar. Sentir o abraço da torcida foi tão bom que no primeiro gol que eu fiz, na semana passada, eu fui para lá e quase escorreguei. Hoje (no jogo de volta), eu procurei evitar para não correr o risco de escorregar de novo, mas sem dúvida é uma sensação muito boa”, assegurou Rafael, ao mesmo canal.

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