Kelvin refuta jogar por empate, ignora Palestra e aprova confinamento

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Kelvin se mostrou muito confiante na última entrevista antes do clássico com o Palmeiras (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
Kelvin se mostrou muito confiante na última entrevista antes do clássico com o Palmeiras (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Kelvin se mostrou muito confiante na última entrevista antes do clássico com o Palmeiras (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Não é segredo para ninguém a crise em que se encontra o São Paulo às vésperas de encarar o clássico contra o Palmeiras, que vive fase totalmente oposta, com a liderança do Campeonato Brasileiro e uma boa condição na Copa do Brasil. Mas, para o atacante Kelvin, que já esteve do lado alviverde, tudo isso ficará de fora quando as duas equipes entrarem em campo às 21h45 desta quarta-feira, pela 23ª rodada do nacional. “Eu penso assim. Não tem favorito em clássico”, cravou o são-paulino, refutando até mesmo o empate como um bom resultado no Palestra Itália, onde o Tricolor nunca sequer marcou um gol e levou sete.

“Não entramos com pensamento no empate. Sempre entramos com pensamento de vitória. A equipe do São Paulo é grande para pensar em vitória e não no empate. Pode ter certeza que vamos entrar pelos três pontos”, avisou, antes de completar.

“Isso de estádio não interfere em nada, não. O que acontece é dentro do jogo. Eu estava do outro lado e vi. Nossa equipe (Palmeiras, à época) estava melhor. Vai ser um jogo truncado, com todo mundo com esse ponto de interrogação de quem vai vencer. Vai ser um jogo decidido nos detalhes”, avaliou.

E toda essa confiança de Kelvin se explica no período de confinamento que a equipe teve até o clássico. Depois de empatar com o Coritiba, no Morumbi, o técnico Ricardo Gomes vetou até mesmo as entrevistas coletivas durante uma semana e fechou o grupo para focar no trabalho de recuperação em campo depois da polêmica invasão ao CT da Barra Funda.

“O benefício mais importante disso tudo é a união do grupo. Talvez a torcida poderia ter vindo nos treinos, a imprensa ter acompanhado, mas foi só a nossa equipe mesmo, todo mundo focado, unido. Treinamos em dois períodos. Trabalhos fortes. Deu para a equipe ficar mais junta, conversar o dia inteiro, ficar mais compacto. Esse foi o beneficio mais importante”, explicou o atacante, antes de revelar que aproveitou para acompanhar o adversário desta quarta durante o confronto do Verdão com o Botafogo-PA, no meio de semana, pela Copa do Brasil.

“Sou a favor, sim (de jogar mais vezes). A gente quer jogar logo para reverter a situação, mas creio que essa semana foi diferente, pelo menos para mim. Eu preferi ficar sem jogar para acalmar os ânimos também. E teve o jogo do Palmeiras para estudar a equipe deles também. Eu mesmo acompanhei o jogo do Palmeiras. Estudei a equipe deles. Para nós foi importante ficar esse tempo sem jogo”, concluiu.

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