Joias de Cotia serão solução para falta de “meia cerebral” no elenco do São Paulo

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Com a chegada de atacantes de velocidade e as saídas de Patrick e Igor Gomes, uma preocupação paira entre torcedores do São Paulo: quem será o responsável por armar o jogo nesse novo time? A diretoria não contratou um “meia cerebral” nesta janela, aquele que tem visão apurada, bom passe, que constrói as jogadas. A resposta para esse questionamento vem das categorias de base.

Rodriguinho, promovido ao elenco profissional no ano passado, vem sendo lapidado pela comissão técnica para ser esse jogador. Tido como uma joia da base, o meia tem apenas 18 anos, mas não precisou de muito tempo para chamar atenção de Rogério Ceni, que pretende utilizá-lo com mais frequência durante a disputa do Campeonato Paulista.

Logo em sua estreia pelo time profissional Rodriguinho foi às redes, marcando o último gol da elástica vitória do São Paulo sobre a Universidad Católica, por 4 a 1, no Morumbi, pela volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana.

Depois da estreia especial, Rodriguinho ainda disputou outros três jogos como profissional do São Paulo, mas em nenhum deles voltou a sentir o gostinho da vitória, já que seu time empatou com o Atlético-MG e acabou derrotado por Athletico-PR e Flamengo.

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Outro jogador que pode exercer a função de cabeça pensante do São Paulo é Pedrinho. O meia está disputando a Copinha com a equipe sub-20 do Tricolor, mas será promovido ao fim da competição.

Pedrinho é até mais velho que Rodriguinho, tem 20 anos, mas também é visto internamente como um atleta com características de construção do jogo, figurando como esse “meia cerebral” que falta ao elenco do São Paulo para 2023.

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