Ganso agradece força de Bauza e projeta Seleção: “Só depende de mim”

Tomás Rosolino - São Paulo , SP
09/02/2016 17:52:08

Em: Futebol, Libertadores, São Paulo
O armador é o único atleta da posição no elenco e tem bastante moral com o técnico Edgardo Bauza (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)
O armador é o único atleta da posição no elenco e tem bastante moral com o técnico Edgardo Bauza (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

O meia Paulo Henrique Ganso ainda não é unanimidade no São Paulo, mas é certamente o grande projeto de jogador para a temporada 2016. Tido como a maior “liderança técnica” da equipe, ele foi citado por Edgardo Bauza logo na primeira entrevista do treinador, que colocou o retorno do camisa 10 à Seleção Brasileira como um dos seus objetivos para 2016.

Ciente da importância que lhe vem sendo dada tanto pelo treinador quanto pelo restante dos companheiros, já que todos os reforços comentaram sobre a sua capacidade nas respectivas apresentações oficiais, o armador agradeceu a confiança dos são-paulinos. Demonstrando bom humor para tratar do assunto, ele reconheceu que o retorno ao selecionado nacional é uma das metas pessoais na temporada.

“O Patón vem cobrando bastante não só de mim como de todo o elenco. Eu também venho me cobrando muito para melhorar. Depende de mim chegar à Seleção, não só da força que ele está me dando também”, avaliou o jogador, que foi presença constante quando era jogador do Santos, entre 2010 e 2012, mas acabou perdendo espaço com as lesões e as oscilações de desempenho.

“O principal projeto de 2016 no momento é a minha melhora dentro de campo, poder ajudar o São Paulo em busca dos títulos que a gente quer na temporada. Na realidade, na busca por todos os títulos que pudermos. E, fazendo isso, algumas pessoas vão vendo e naturalmente vem a Seleção”, comentou o são-paulino.

Para ele, o que tem sido bastante proveitoso neste começo de temporada é a filosofia de trabalho de Bauza. Considerado um treinador mais conservador, principalmente em comparação com o colombiano Juan Carlos Osorio, o argentino foi destacado como um bom alicerce na busca pela fase excepcional vivida cinco anos atrás.

“Depois de tantas mudanças, chegou uma nova comissão, pessoas que estão ajudando bastante. Estou gostando da organização técnica que a gente vem tendo, a tendência nossa é crescer e mostrar que a gente pode conseguir a nossa classificação. Não somos mais aquele time ousado, mas também estamos resguardados lá atrás. Nem por isso deixamos de atacar”, disse o meio-campista.

Um dos atletas mais experientes do atual elenco, perdendo apenas para os goleiros Léo e Denis, e zagueiro Rodrigo Caio em tempo de casa, Ganso também se vê como um possível substituto para o posto deixado por Rogério Ceni. O goleiro foi durante 25 anos o grande líder do time também fora de campo.

“Liderança é algo que acontece naturalmente no dia a dia,, não adianta acelerar ou forçar algo desse tipo. Você vai se tornando não só liderança técnica, como na raça, na entrega, em diversos aspectos do jogo que vão contagiando o restante dos companheiros. É algo natural no nosso grupo”, encerrou.




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    Cuidado com o Vallejão.

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