Ceni crava: "É difícil parar o São Paulo, no Morumbi, em dia de Libertadores"

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Rogério Ceni, ex-goleiro do São Paulo FC, durante o lançamento dos seus bonecos, que homenageiam o centésimo gol da sua carreira e à histórica defesa da final do Campeonato Mundial de Clubes da Fifa 2015, no CCT da Barra Funda, na Zona Oeste da capital paulista.
Ceni se aposentou no fim de 2015 (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Ceni se aposentou no fim de 2015 (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Um dos maiores jogadores da história do São Paulo, Rogério Ceni falou, em entrevista ao Seleção Sportv, sobre a situação do Tricolor na Libertadores deste ano. Além de acreditar na classificação às oitavas, o ex-goleiro também deixou claro que, quando se trata do torneio sul-americano, o clube cresce.

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"É difícil parar o São Paulo, no Morumbi, quando se trata de Libertadores", garantiu o ídolo. Ele deixou claro que a eliminação na competição continental não é uma realidade para o clube. "O São Paulo deve se classificar em segundo, atrás do River", opinou ele, que garantiu: "Estarei no Morumbi, em algum canto escondido".

Ceni também comentou os rumores de que o atacante Fred, em litígio com o técnico Levir Culpi no Fluminense, poderia chegar ao time do Morumbi. Apesar de ainda crer que o centroavante e o treinador podem fazer as pazes, ele admite que seria ótimo para o Tricolor a chegada do atleta. "Fred é um atacante genial, talentosíssimo. Sem dúvida, seria bom para o São Paulo", declarou Rogério.

O goleiro ainda falou sobre o atual estágio do futebol brasileiro. Segundo Ceni, as táticas de jogo não são o principal atraso do país. "Somos atrasados em relação ao tempo que se tem para trabalhar, e também os gramados, que são muito ruins. Sistemas de jogo é relativo, não dá para comparar com Barcelona, Bayern, Real", afirmou.

Com Rogério Ceni nas arquibancadas do Morumbi, o São Paulo encara o River Plate, nesta quarta-feira, às 21h45 (de Brasília). Apesar de o clube estar na Libertadores pela campanha que fez no Brasileiro de 2015, o ex-goleiro acredita que o ano passado foi ruim para a agremiação. "2015 foi um ano perdido, em vários aspectos: desmanche no meio do ano, questões políticas. Classificar para a Libertadores é pouco para um clube do tamanho do São Paulo", concluiu o ídolo tricolor, que fez 1237 jogos e 131 gols pelo Tricolor.

 

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