Breno passará por cirurgia no joelho e volta aos campos fica para 2017

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Zagueiro não atua desde o empate por 1 a 1 contra o César Vallejo, no Peru, pela pré-Libertadores (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)
Zagueiro não atua desde o empate por 1 a 1 contra o César Vallejo, no Peru, pela pré-Libertadores (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

Zagueiro não atua desde o empate por 1 a 1 contra o César Vallejo, no Peru, pela pré-Libertadores (Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press)

O zagueiro Breno terá de passar por uma cirurgia de reconstrução do ligamento cruzado do joelho esquerdo e só deve voltar a jogar profissionalmente pelo São Paulo no ano que vem. O jogador, que realizou apenas duas partidas neste ano, sofre com uma tendinite no local desde o mês de fevereiro e, por não conseguir superar o problema com o tratamento convencional, será levado ao procedimento cirúrgico.

A informação, confirmada na tarde desta terça-feira pela assessoria de imprensa do Tricolor, dá conta de que o atleta não consegue ter firmeza para realizar movimentos mais elaborados por causa da frouxidão do ligamento. A ideia da reconstrução é colocá-lo em condição de perder peso e entrar em forma novamente, busca que tem sido incessantes desde seu retorno aos campos, em julho de 2015.

A contusão de Breno com o joelho direito já vem de longa data. Em 2010, jogando pelo Nuremberg, da Alemanha, ele rompeu o ligamento cruzado na mesma região. Ano passado, já no Tricolor, acabou perdendo os dois últimos meses da temporada com dores no lugar e teve de passar por uma artroscopia para corrigir um problema antigo diagnosticado. Em 2016, ele só jogou contra o Red Bull, pela estreia do Paulista, e o Universidad César Vallejo, pelo primeiro jogo da pré-Libertadores.

O problema reduz as opções do técnico Edgardo Bauza para o setor. Atualmente, os titulares são Maicon e Rodrigo Caio, mas o primeiro tem permanência assegurada apenas até dia 30 de junho, quando acaba seu contrato de empréstimo. As outras possibilidades são o uruguaio Diego Lugano, em recuperação de uma lesão muscular na coxa direita, e os garotos Lucão e Lyanco.

Com vínculo válido até dezembro de 2017, o atleta é visto como uma espécie de "recuperação do ser humano" pela diretoria. Apesar do viés humanitário, todos acreditam que ele ainda tem totais condições de defender a camisa são-paulina profissionalmente, como fez sob o comando do técnico Juan Carlos Osorio.

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