O São Paulo iniciou o ano não apenas com novidades no seu elenco de jogadores. O presidente Carlos Miguel Aidar também mexeu na estrutura administrativa do clube, com a promoção de Júlio Casares à vice-presidência geral e a rescisão do contrato com a empresa de Cinira Maturana da Silva, namorada do mandatário.
Casares ocupava a vice-presidência de comunicação e marketing, posto herdado por Douglas Schwartzmann (a diretoria de comunicação, da qual ele estava à frente, ficou para Ricardo Granja). Seu novo cargo estava vago desde a denúncia de Roberto Natel, que saiu em solidariedade ao ex-presidente Juvenal Juvêncio.
Foram as críticas do grupo ligado a Juvenal, com quem Aidar se desentendeu publicamente, que estimularam também o presidente a romper relações com a TML Foco Consultoria e Assessoria Empresarial, de sua namorada.
Agora desafeto de Juvenal, presidente do São Paulo mexeu no quadro administrativo do clube - Credito: Djalma Vassão/Gazeta Press
O acordo do São Paulo com a empresa previa que Cinira recebesse 20% de comissão sobre os contratos de patrocínio acertados pelo clube – não houve a conclusão de qualquer negócio durante a parceria.
Além de se prevenir contra ilações, Aidar ainda se aproximou de antigos oposicionistas, entregando a diretoria de relações institucionais para Dorival Decoussau, a pasta administrativa para Ricardo Haddad e as relações internacionais para Eduardo Alfano.