William Thomas é o diretor de futebol do Santos (Foto: Rodrigo Corsi/FPF)
O Santos só contratou dois reforços em 2020, ambos de graça - Madson e Raniel -, e fala publicamente sobre a necessidade de trazer pelo menos um lateral-esquerdo e um volante. Mesmo assim, o recado ao mercado é de corte de gastos.
O Peixe recebe sugestões de contratações com frequência, mas a resposta da diretoria de futebol é quase sempre negativa aos empresários.
O Alvinegro tem algumas metas, como diminuir ainda mais a folha salarial e o limite máximo mensal pago a um jogador, baixar a idade média do elenco, aumentar o percentual dos direitos econômicos e, principalmente, trazer mais atletas da formação ao grupo principal.
Nesse contexto, a proibição da FIFA para novos contratos vem a calhar. O Santos foi punido e não pode registrar vínculos na CBF pela dívida com o Hamburgo (ALE) de 4 milhões de euros (R$ 22,7 mi) por Cleber Reis.
Felipe Jonatan é o único lateral-esquerdo de origem à disposição de Jesualdo Ferreira - Luan Peres, Jean Mota e Diego Pituca podem ser improvisados por ali. Entre os volantes, as opções são Alison, Diego Pituca, Jobson e Sandry.
O departamento de futebol busca manter o projeto de equalização de dívidas e déficit de receitas, aliado à competitividade do atual elenco mesmo em ano eleitoral, e espera pela anuência do presidente José Carlos Peres.